Zanin: Lava Jato inventou nova versão após terceira negativa do hospital

Em vídeo, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, detalha o conteúdo de um terceiro ofício do Hospital Sírio Libanês, de 18 de outubro, em que responde a um novo questionamento do juiz Sergio Moro e diz que o advogado Roberto Teixeira não esteve no hospital no segundo semestre de 2015; "Então provavelmente ontem (quinta), quando a Lava Jato inventou uma nova versão, agora com ligações telefônicas, ela já sabia dessa terceira negativa do hospital", diz Zanin

Em vídeo, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, detalha o conteúdo de um terceiro ofício do Hospital Sírio Libanês, de 18 de outubro, em que responde a um novo questionamento do juiz Sergio Moro e diz que o advogado Roberto Teixeira não esteve no hospital no segundo semestre de 2015; "Então provavelmente ontem (quinta), quando a Lava Jato inventou uma nova versão, agora com ligações telefônicas, ela já sabia dessa terceira negativa do hospital", diz Zanin
Em vídeo, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, detalha o conteúdo de um terceiro ofício do Hospital Sírio Libanês, de 18 de outubro, em que responde a um novo questionamento do juiz Sergio Moro e diz que o advogado Roberto Teixeira não esteve no hospital no segundo semestre de 2015; "Então provavelmente ontem (quinta), quando a Lava Jato inventou uma nova versão, agora com ligações telefônicas, ela já sabia dessa terceira negativa do hospital", diz Zanin (Foto: Gisele Federicce)

247 - O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, divulgou um vídeo na noite desta sexta-feira 20 em que detalha o conteúdo de um terceiro ofício do Hospital Sírio Libanês, datado de 18 de outubro, pelo qual responde a um novo questionamento do juiz Sergio Moro, da Lava Jato.

No documento, o hospital informa ao magistrado que o advogado Roberto Teixeira não esteve no hospital ao longo de todo o segundo semestre de 2015. Antes, Moro já havia questionado se Teixeira visitou o empresário Glaucos da Costamarques durante sua internação, entre setembro e dezembro daquele ano.

"Então provavelmente ontem (quinta), quando a Lava Jato inventou uma nova versão, agora com ligações telefônicas, ela já sabia dessa terceira negativa do hospital", afirma Zanin. Nesta quinta, a força-tarefa da Lava Jato apresentou a Moro uma relação que aponta 12 ligações telefônicas entre Glaucos, Teixeira e seu escritório de advocacia.

Os ofícios do hospital derrubam a versão de Glaucos, dono do imóvel localizado ao lado do apartamento onde mora Lula, em São Bernardo do Campo, e do Ministério Público Federal de que o empresário recebeu a visita de Teixeira no hospital.

Em depoimento a Moro, Glaucos disse que teria assinado todos os recibos de aluguel num dia só, e que durante a visita de Teixeira o advogado lhe informou que a partir daquele momento passaria a fazer os pagamentos do aluguel do imóvel. O MPF acusa Lula de ser o real dono do imóvel, que teria sido adquirido com dinheiro de propina da Odebrecht, em troca de contratos com a Petrobras.

"A verdade é que esse ofício mostra mais uma vez que não se pode questionar a validade dos recibos através de versões e de invenções que não são confirmadas pela realidade dos fatos", completa Zanin. Confira abaixo o vídeo do advogado e os documentos do Sírio Libanês:

Ofício 1

Ofício 2

Ofício 3

E-mail Sírio

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