"Assustador e preocupante”, diz brasileira que mora em Londres sobre aumento de casos de Covid-19

"Nossa esperança continua, que é de que, lá para o meio do ano, a gente comece a voltar a ter uma vida um pouco mais normal. Só não esperávamos que fosse chegar a esse alto número de casos da doença como está hoje. Está assustador e preocupante", disse a brasileira Renata Formoso

Renata Formoso
Renata Formoso (Foto: Arquivo Pessoal)
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247 - A brasileira Renata Formoso, que mora em Londres, Inglaterra, disse que as novas medidas tomadas pelo governo para conter o avanço da pandemia da Covid-19 apontam para um cenário "assustador e preocupante”, apesar das autoridades de saúde do Reino Unido já terem iniciado a vacinação da população. 

"A nossa esperança continua, que é de que, lá para o meio do ano, a gente comece a voltar a ter uma vida um pouco mais normal. Só não esperávamos que fosse chegar a esse alto número de casos da doença como está hoje. Está assustador e preocupante, realmente, mas a esperança continua”, disse Renata ao G1

Nesta segunda-feira (4) o primeiro-ministro britânico, Boris Jhonson, anunciou um novo lockdown na Inglaterra na tentativa de conter uma nova cepa mais contagiosa do coronavírus . "Estamos muito preocupados com essa nova variante, porque ela se espalha realmente muito mais rápido. Eu espero, do fundo do meu coração, que a situação daqui não aconteça no Brasil, pois aí muitas pessoas agem como se não houvesse mais pandemia", ressaltou a brasileira.

No início desta semana, a Inglaterra foi o primeiro país a utilizar a vacina contra a Covid-19 produzida pela AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido). Desde dezembro, porém, o Reino Unido, vem vacinando a população com o imunizante desenvolvido pela Pfizer/BioNTech. 

Segundo Renata, uma amiga que trabalha na área de comunicação de um hospital teria revelado que o Serviço Nacional de Saúde fez uma solicitação pedindo que todos os funcionários ligados ao setor que façam horas extras e ajudem os pacientes que ocupam os leitos de UTIs. 

"Eles pediram para todos os departamentos ajudarem na linha de frente, na UTI, para serviços como falar ao telefone com famílias de internados, na parte administrativa, e com a vacina. Minha amiga trabalha de casa, mas está indo todos os fins de semana para atender telefone na área da UTI, porque não para de tocar, e o setor está lotado. Ela falou que está assustador, nunca viu uma coisa parecida. Me disse que os hospitais estão sofrendo uma pressão 40% maior do que no pico lá de abril", afirmou.

 

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