Com ritmo atual de vacinação, pandemia só seria contida em dois anos

Estudo mostra que é necessário aumentar a imunização em 10.7 vezes para conter a pandemia em até um ano. Caso isso ocorra, casos ativos poderiam ser reduzidos para 201. No entanto, a lentidão do governo federal não é promissora

Vacinação na aldeia indígena Umariaçu, próximo a Tabatinga, Amazonas
Vacinação na aldeia indígena Umariaçu, próximo a Tabatinga, Amazonas (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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247 - Um estudo conduzido pelo Programa de Pós-Graduação em Modelagem Computacional da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) e Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFSJ (Universidade Federal de São João del-Rei) constata que, para conter a pandemia da Covid-19 no Brasil em até um ano, seria necessário aumentar a taxa de vacinação em 10.7%. 

Atualmente, a média é de 185 mil imunizações por dia. Tendo como base a marca de 100 mil, recentemente atingida, o número de casos ativos no período seria 85.135. Segundo os pesquisadores, com este cenário, a pandemia duraria mais dois anos.

Caso a média seja aumentada em 10.7 vezes, casos ativos devem variar de 8 mil a 201, dependendo da eficácia dos imunizantes.

"Nesse ritmo, a pandemia estaria controlada após um ano da vacinação, independentemente da eficácia da vacina", diz o estudo, conforme reportado no Uol.

A lentidão do governo federal em adquirir vacinas pior o cenário. Estados como Rio e Bahia não possuem mais vacinas, e teme-se que a paralisação possa ocorrer ao redor do Brasil.

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