Dois hospitais de São Paulo recebem autorização para usar em casos graves plasma de pacientes curados

Sangue de pacientes curados da covid-19 pode ajudar no tratamento de casos graves. A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) permitiu o início de testes clínicos com plasma de pacientes em São Paulo. Experiência foi feita também na China e será iniciada na França

(Foto: LA7 PIAZZAPULITA/Reuters TV via REUTERS)
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247 - Reportagem dos jornalistas Glauco Araújo, Rodrigo Rodrigues, Renata Ribeiro e Roberta Giacomoni informa que os hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês receberam autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para começar a fazer testes clínicos com plasma de pacientes que já se recuperaram do coronavírus em doentes em estado grave.

O plasma é a parte líquida do sangue. O uso desta substância retirada de pacientes recuperados já foi feito com sucesso em surtos de outras infecções respiratórias, incluindo a pandemia do vírus influenza H1N1, que ocorreu entre 2009 e 2010. 

Ainda não existem evidências científicas conclusivas sobre a eficácia do tratamento, diz a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) 

Na China, cinco pacientes em estado grave diagnosticados com a covid-19 apresentaram melhora após o tratamento com plasma de pessoas que adquiriram o novo vírus e se recuperaram, informa o G1.

Com mais de 7.500 mortos pelo coronavírus, a França começará a testar a transfusão de plasma sanguíneo de pessoas curadas para pacientes em estado grave.

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