Fiocruz: vacina da Oxford deve chegar semana que vem e intervalo entre doses pode ser de três meses

“A expectativa que tem agora é que a gente possa ter esses três meses de validação, e é o esse esquema que está sendo utilizado para o Reino Unido, e que está proposto pela AstraZeneca na sua bula”, afirmou o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger

AstraZeneca e Universidade de Oxford retomam testes de vacina contra Covid-19
AstraZeneca e Universidade de Oxford retomam testes de vacina contra Covid-19 (Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração)
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247 - O vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Marco Krieger, afirmou, em entrevista à CNN nesta sexta-feira, 8, que as 2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca com a Universidade de Oxford podem chegar semana que vem ao país. Segundo ele, o intervalo entre as doses do imunizante pode ser de três meses.

"Inicialmente, a gente tem uma eficácia muito alta já na primeira dose da vacina, ao redor de 73%. Mas é importante salientar que um reforço dessa vacina aumenta essa resposta. No caso desse reforço ser dado em um prazo de até três meses, o nível da resposta imunológica aumentou em sete vezes”, explicou Kreiger. 

“A expectativa que tem agora é que a gente possa ter esses três meses de validação, e é o esse esquema que está sendo utilizado para o Reino Unido, e que está proposto pela AstraZeneca na sua bula”, afirmou.

Um dia após o pedido do Instituto Butantan, que desenvolve a vacina Coronavac contra a Covid-19, a Fiocruz solicitou, nesta sexta-feira, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o registro de uso emergencial do imunizante que será importado da Índia.

“O prazo [para o recebimento das doses] ainda está em determinação. Certamente chegarão em janeiro, muito provavelmente na semana que vem. Mas não gostamos de apontar uma data sem ter todos os elementos disponíveis”, continuou.

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