Hidroxicloroquina não protege das formas graves da Covid-19 a longo prazo, afirma estudo francês

O estudo sobre a hidroxicloroquina “não sugere que o uso de antimaláricos sintéticos (APS) a longo prazo tenha um papel preventivo quanto ao risco de hospitalização, intubação ou morte relacionada com a Covid-19”

Comprimido de hidroxicloroquina
Comprimido de hidroxicloroquina (Foto: REUTERS/Diego Vara)
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247 - O uso da hidroxicloroquina ou cloroquina em pacientes, especialmente os com doenças autoimunes, não fez com que estes fossem menos afetados pelas formas graves da Covid-19, de acordo com  estudo francês publicado nesta terça-feira (7).

Os autores do levantamento, realizado com quase 55.000 pacientes, afirmam que o estudo “não sugere que o uso de antimaláricos sintéticos (APS) a longo prazo tenha um papel preventivo quanto ao risco de hospitalização, intubação ou morte relacionada com a Covid-19”.

Os autores dizem ainda que o estudo não é capaz de descartar totalmente e ineficácia do medicamento, mas que, pela análise dos resultados, não é recomendado o consumo da substância para “uso preventivo” da Covid-19.

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