CPI da Covid vai ouvir empresário de farmacêutica que vendeu vacina mais cara ao Brasil

CPI deve ouvir sócio da Precisa, farmacêutica que representa no Brasil a companhia indiana Bharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin — o imunizante mais caro adquirido pelo governo brasileiro

A Covaxin, vacina contra a Covid-19 desenvolvida por institutos indianos
A Covaxin, vacina contra a Covid-19 desenvolvida por institutos indianos (Foto: Reprodução/Bharat Biotech)
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247 - A CPI da Covid deve aprovar nesta quarta-feira (16), a convocação do empresário Francisco Maximiano para prestar depoimento e explicar o contrato de vacina mais cara comprada pelo Brasil, a Covaxin fabricada pela farmacêutica indiana Bharat Biotech representada no Brasil pela Precisa, da qual Maximiano é sócio.

Segundo reportagem do jornal O Globo, também serão votadas as quebras dos sigilos telefônico, telemático, fiscal e bancário dos sócios da Precisa, suspeita de favorecimento no contrato para a venda da Covaxin.

Ainda segundo a reportagem, Francisco Maximiano esteve à frente de uma delegação recebida na Embaixada do Brasil em Nova Déli em 7 de janeiro. Um dia depois da reunião, Jair Bolsonaro informou por carta ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que a Covaxin havia sido uma das vacinas “escolhidas”, junto com a AstraZeneca. Naquela data, o governo já havia recebido cinco ofertas da Pfizer e quatro do Instituto Butantan.

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