Bolsonaro faz live homofóbica e reafirma censura na Ancine

Em sua live semanal, na noite desta quinta, Jair Bolsonaro mais uma vez incorreu no crime de homofobia, agora comparado ao racismo pelo STF, ao comentar filmes brasileiros fomentados pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). Além disso, deixou claro que está implantando um regime de censura na agência, o que é ilegal. E anunciou que a diretoria colegiada da Ancine não tivesse mandato, "já teria degolado todo mundo"

(Foto: Reprodução)

247 - Em sua live semanal, na noite desta quinta, Jair Bolsonaro mais uma vez incorreu no crime de homofobia, agora comparado ao racismo pelo STF, ao comentar filmes brasileiros fomentados pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). Além disso, deixou claro que está implantando um regime de censura na agência, o que é ilegal. E anunciou que a diretoria colegiada da Ancine não tivesse mandato, "já teria degolado todo mundo"

Hoje, a diretoria colegiada da agência tem três pessoas com mandatos de quatro anos.

Ele criticou projetos aprovados para captação via Lei do Audiovisual ou por meio de editais. "Fomos garimpar na Ancine filmes que já estavam prontos para serem divulgados", disse ele. 

"Olhem o nome do filme, 'Transversais', que fala sobre transgêneros que moram no Ceará, conseguimos abortar essa questão aqui", disparou. 

O curta-metragem universitário "Afronte", de Marcus Azevedo e Bruno Victor, um docudrama sobre a realidade vivida por negros e homossexuais do Distrito Federal também foi criticado por ele. 

"Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com esses filmes. Não estou perseguindo ninguém. Cada um seja feliz como quiser. Mas gastar dinheiro público com isso... "

 "Temos que abortar essa missão aqui", insistiu. 



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