"Censura", classificam editoras sobre ação de Crivella na Bienal do Livro

As editoras Intrínseca e Companhia das Letras se manifestaram pelas redes sociais contra o que chamaram de "censura" do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), ao mandar agentes públicos para identificar e lacrar livros que consideram "impróprios" na Bienal do Livro

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247 - Após o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), enviar funcionários da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) à Bienal do Livro, no Riocentro, para identificar e lacrar livros “considerados impróprios”, as editoras usaram as redes sociais repudiar a medida classificada como “censura”.

"Diante da censura feita por Marcelo Crivella, prefeito do Rio, e da fiscalização para identificar livros considerados “impróprios” na Bienal do Livro, a Companhia manifesta seu repúdio a todo e qualquer ato de censura e se posiciona, mais uma vez, à favor da liberdade de expressão", diz a nota da Companhia das Letras, a maior editora do Brasil.

A postagem veio acompanhada de uma imagem endossando a campanha “Leia com Orgulho”, que se posiciona contra a ação de Crivella.

Já a editora Intrínseca, que publica títulos com temática LGBT, disse repudiar “todo e qualquer tipo de discriminação ou censura”, reforçando a defesa da "liberdade de expressão e da diversidade".


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