De Cuba, via Stones, vem o recado: ‘Não vai ter golpe’

Histórico show gratuito e ao ar livre da banda britânica na noite da sexta-feira (25) em Havana, Cuba, teve pontos altos além da música e da multidão que lotou a Cidade Esportiva; no meio da apresentação, uma faixa chama a atenção para o momento político no Brasil com frase em apoio à presidente Dilma Rousseff (PT); governante petista, eleita democraticamente com mais de 50% dos votos dos brasileiros, enfrenta um processo de impeachment

Histórico show gratuito e ao ar livre da banda britânica na noite da sexta-feira (25) em Havana, Cuba, teve pontos altos além da música e da multidão que lotou a Cidade Esportiva; no meio da apresentação, uma faixa chama a atenção para o momento político no Brasil com frase em apoio à presidente Dilma Rousseff (PT); governante petista, eleita democraticamente com mais de 50% dos votos dos brasileiros, enfrenta um processo de impeachment
Histórico show gratuito e ao ar livre da banda britânica na noite da sexta-feira (25) em Havana, Cuba, teve pontos altos além da música e da multidão que lotou a Cidade Esportiva; no meio da apresentação, uma faixa chama a atenção para o momento político no Brasil com frase em apoio à presidente Dilma Rousseff (PT); governante petista, eleita democraticamente com mais de 50% dos votos dos brasileiros, enfrenta um processo de impeachment (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - O histórico show gratuito e ao ar livre da banda britânica Rollig Stones na noite da sexta-feira (25) em Havana, Cuba, teve pontos altos além da música e da multidão que lotou a Cidade Esportiva. No meio da apresentação, uma faixa chama a atenção para o momento político no Brasil com a frase ‘Não vai ter golpe’, em apoio à presidente Dilma Rousseff (PT). A governante petista, eleita democraticamente com mais de 50% dos votos dos brasileiros, enfrenta um processo de impeachment político, ilegítimo, sem fato gerador e sem crime provado.

Os Stones começaram seu primeiro show em Cuba com "Jumpin' Jack Flash", uma canção gravada em 1968, quando os fãs de rock cubanos dividiam discos de vinil secretamente e arriscavam ser enviados a brigadas de trabalho rural para curar-se de "desvio ideológico".

"Nós sabemos que anos atrás era difícil ouvir nossa música em Cuba, mas agora nós estamos tocando. Eu também acho que os tempos estão mudando", disse Mick Jagger em espanhol para a multidão.

O cantor falou em espanhol ao longo do show de 18 hits que durou mais de duas horas. A banda tocou "Sympathy for the Devil" enquanto uma lua amarela apareceu entre as nuvens e eles encerraram o bis de duas canções com "Satisfaction".

Os fãs começaram a chegar 18 horas antes na Cidade Esportiva de Havana, incluindo cubanos que cruzaram a maior ilha do Caribe e estrangeiros que voaram para a ocasião.

Embora não haja estimativa oficial imediatamente disponível para o tamanho da multidão, a mídia estatal cubana calculou que meio milhão de pessoas poderiam caber no local, que estava praticamente cheio. 

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