Elza pede luta pela democracia: não vai ter golpe!

A cantora Elza Soares, 78 anos, pediu que os fãs lutem "pela democracia" e se juntou a um coro contra o impeachment de Dilma Rousseff em show no Rio; no palco do Circo Voador, a artista gritou quatro vezes o bordão "Não vai ter golpe!"; o coro tem sido entoado em atos de apoio à presidente, que foi reeleita em 2014; "Vamos lutar pela democracia!"; "Nada tá perdido, vamos à luta! Nada tá perdido, vamos à luta", pediu

A cantora Elza Soares, 78 anos, pediu que os fãs lutem "pela democracia" e se juntou a um coro contra o impeachment de Dilma Rousseff em show no Rio; no palco do Circo Voador, a artista gritou quatro vezes o bordão "Não vai ter golpe!"; o coro tem sido entoado em atos de apoio à presidente, que foi reeleita em 2014; "Vamos lutar pela democracia!"; "Nada tá perdido, vamos à luta! Nada tá perdido, vamos à luta", pediu
A cantora Elza Soares, 78 anos, pediu que os fãs lutem "pela democracia" e se juntou a um coro contra o impeachment de Dilma Rousseff em show no Rio; no palco do Circo Voador, a artista gritou quatro vezes o bordão "Não vai ter golpe!"; o coro tem sido entoado em atos de apoio à presidente, que foi reeleita em 2014; "Vamos lutar pela democracia!"; "Nada tá perdido, vamos à luta! Nada tá perdido, vamos à luta", pediu (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A cantora Elza Soares, 78 anos, pediu, nesta sexta-feira (18), que os fãs lutem "pela democracia" e se juntou a um coro contra o impeachment de Dilma Rousseff em show no Rio. No palco do Circo Voador, a artista gritou quatro vezes o bordão "Não vai ter golpe!". O coro tem sido entoado em atos de apoio à presidente, que foi reeleita em 2014.

No início do show, Elza perguntou ao público: "Quem está de vermelho aí?". A casa de espetáculos tem capacidade para cerca de 2.500 pessoas e estava lotada.

Em outro momento, a cantora pediu: "Vamos lutar pela democracia!". "Nada tá perdido, vamos à luta! Nada tá perdido, vamos à luta", conclamou.

A plateia puxou o grito de "Não vai ter golpe!" e Elza aderiu ao coro. O bordão ainda voltou a ser cantado durante participação especial de Caetano Veloso.

Elza foi perseguida pela ditadura militar (1964­85). Ela era mal­vista por ter gravado o jingle da campanha que levou o trabalhista João Goulart à vice-presidência da República, em 1960. Em 1970, seis anos depois do golpe que derrubou "Jango", a cantora teve sua casa metralhada no Rio, e foi obrigada a se exilar na Itália com o jogador Garrincha, com quem era casada

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