Filme contra Lula terá continuidade em 2018

A continuação do filme "Polícia Federal: A Lei É Para Todos", apontado como peça de propaganda política contra o ex-presidente Lula e o PT, deve estrear nos cinemas no final de 2018. As filmagens ocorrerão em junho; o novo longa começará a partir da condução coercitiva de Lula e irá até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS; primeiro filme custou R$ 15 milhões e não teve os patrocinadores divulgados 

A continuação do filme "Polícia Federal: A Lei É Para Todos", apontado como peça de propaganda política contra o ex-presidente Lula e o PT, deve estrear nos cinemas no final de 2018. As filmagens ocorrerão em junho; o novo longa começará a partir da condução coercitiva de Lula e irá até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS; primeiro filme custou R$ 15 milhões e não teve os patrocinadores divulgados 
A continuação do filme "Polícia Federal: A Lei É Para Todos", apontado como peça de propaganda política contra o ex-presidente Lula e o PT, deve estrear nos cinemas no final de 2018. As filmagens ocorrerão em junho; o novo longa começará a partir da condução coercitiva de Lula e irá até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS; primeiro filme custou R$ 15 milhões e não teve os patrocinadores divulgados  (Foto: Aquiles Lins)

247 - A continuação do filme "Polícia Federal: A Lei É Para Todos", apontado como peça de propaganda política contra o ex-presidente Lula e o PT, deve estrear nos cinemas no final de 2018. As filmagens ocorrerão em junho.

Segundo a colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o novo longa começará a partir da condução coercitiva de Lula e irá até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS.

Alguns dos atores principais do primeiro filme, como Flávia Alessandra, Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Ary Fontoura estarão na sequência. O diretor ainda está fazendo testes para o papéis de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, os juízes Marcelo Bretas, do Rio, e Vallisney de Souza Oliveira, do DF.

O primeiro filme teve produção de R$ 15 milhões e não divulgou os nomes de seus patrocinadores. Questionada pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a Polícia Federal afirmou que "teve acesso à relação de financiadores do filme, mas não é possível o fornecimento de tal documentação” (leia mais). 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247