Geuvar: vampirão manda o Exército não deixar o morro descer

O cartunista Geuvar Oliveira publicou uma charge fazendo uma brincadeira com o decreto que prevê a intervenção federal na segurança pública do Rio anunciado por Michel Temer; de acordo com a charge, a medida não resolverá o problema da violência no estado. Na prática, as pessoas ficarão impedida de descer dos morros, uma espécie de "segregação social"

O cartunista Geuvar Oliveira publicou uma charge fazendo uma brincadeira com o decreto que prevê a intervenção federal na segurança pública do Rio anunciado por Michel Temer; de acordo com a charge, a medida não resolverá o problema da violência no estado. Na prática, as pessoas ficarão impedida de descer dos morros, uma espécie de "segregação social"
O cartunista Geuvar Oliveira publicou uma charge fazendo uma brincadeira com o decreto que prevê a intervenção federal na segurança pública do Rio anunciado por Michel Temer; de acordo com a charge, a medida não resolverá o problema da violência no estado. Na prática, as pessoas ficarão impedida de descer dos morros, uma espécie de "segregação social" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O cartunista Geuvar Oliveira publicou uma charge fazendo uma brincadeira com o decreto que prevê a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro anunciado nesta sexta-feira (16) por Michel Temer.

De acordo com a charge, a medida não resolverá o problema da violência no estado. Na prática, as pessoas ficarão impedida de descer dos morros, uma espécie de "segregação social".

Na charge, Temer pede a aos militares para não deixar as pessoas dos morros descerem.

Com o decreto de Temer, as Forças Armadas assumirão a responsabilidade do comando das polícias Civil e Militar no estado do Rio até o dia 31 de dezembro de 2018. O interventor federal será o general Walter Souza Braga Netto, comandante do Leste. Ele também assumirá o comando da Secretaria de Administração Penitenciária e do Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo a proposta, o interventor federal ficará subordinado à presidência da República e poderá "requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção".

Também será possível, durante a intervenção, requisitar servidores e servidores da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para ações de segurança pública determinadas pelo interventor.

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