Instituto conservador cogita entrar na Justiça contra samba-enredo da Mangueira

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira iniciou campanha contra o que vê como “blasfêmia”, em referência ao samba-enredo que retrata Jesus Cristo como negro, índio e com corpo de mulher

Desfile da escola de samba Mangueira
Desfile da escola de samba Mangueira (Foto: Fernando Grilli/Riotur)

247 - O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, que organiza abaixo-assinado contra a Mangueira, não descarta entrar com ação judicial por causa do samba-enredo que retratra Jesus Cristo como negro, índio e com corpo de mulher. 

“Isso está em estudo. Por enquanto queremos alertar a sociedade para a perseguição aos cristãos”, diz Frederico Viotti, membro da entidade conservadora. O relato foi publicado na coluna de Mônica Bergamo. 

O instituto iniciou na sexta (17) campanha contra o que vê como “blasfêmia” da Mangueira, e reuniu mais de 45 mil apoiadores em quatro dias.

 “Ataque a homossexuais ou negros seria proibido pela Justiça. Como é contra o catolicismo, vira liberdade de expressão”, diz Viotti.

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