Juca Ferreira critica 'tentativa de quebra da ordem democrática'

Ministro da Cultura criticou nesta terça-feira, 8, durante participação em evento no Rio, o que chamou de tentativa de quebra da ordem democrática e golpe em curso no país; "Precisamos refletir sobre as ameaças às sociedades democráticas, e em particular, a ameaça à democracia brasileira. Nossas reflexões podem contribuir para uma recomposição programática, política e cultural que fundamente um novo ciclo político, capaz de fazer avançar a democracia, as liberdades individuais e coletivas, os direitos sociais e a sustentabilidade", afirmou

Ministro da Cultura criticou nesta terça-feira, 8, durante participação em evento no Rio, o que chamou de tentativa de quebra da ordem democrática e golpe em curso no país; "Precisamos refletir sobre as ameaças às sociedades democráticas, e em particular, a ameaça à democracia brasileira. Nossas reflexões podem contribuir para uma recomposição programática, política e cultural que fundamente um novo ciclo político, capaz de fazer avançar a democracia, as liberdades individuais e coletivas, os direitos sociais e a sustentabilidade", afirmou
Ministro da Cultura criticou nesta terça-feira, 8, durante participação em evento no Rio, o que chamou de tentativa de quebra da ordem democrática e golpe em curso no país; "Precisamos refletir sobre as ameaças às sociedades democráticas, e em particular, a ameaça à democracia brasileira. Nossas reflexões podem contribuir para uma recomposição programática, política e cultural que fundamente um novo ciclo político, capaz de fazer avançar a democracia, as liberdades individuais e coletivas, os direitos sociais e a sustentabilidade", afirmou (Foto: Aquiles Lins)
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Vladimir Platonow, da Agência Brasil - O ministro da Cultura, Juca Ferreira, criticou o que chamou de tentativa de quebra da ordem democrática e golpe em curso no país, ao fazer hoje (8), o discurso de abertura do encontro internacional Emergências, que debate cultura, ativismo e política, no Rio de Janeiro. Juca foi interrompido diversas vezes pela plateia, com gritos de "não vai ter golpe" da plateia, numa referência ao processo de impeachment em discussão na Câmara dos Deputados contra a presidenta Dilma Rousseff.

"Quiseram as circunstâncias políticas do país que, independente da nossa vontade, nosso encontro tivesse que lidar também com o outro sentido da palavra emergência, como momento crítico, que precisa ser enfrentado imediatamente, com o sentido da urgência, da gravidade. A tentativa, ora em curso, de quebra da ordem democrática é muito grave e nos obriga a exercitar a reflexão sobre o que nos é urgente, integrando, com isso, os dois sentidos da palavra", disse Juca.

O ministro alertou sobre o que ele considera ameaças à democracia: "Precisamos refletir sobre as ameaças às sociedades democráticas, e em particular, a ameaça à democracia brasileira. Nossas reflexões podem contribuir para uma recomposição programática, política e cultural que fundamente um novo ciclo político, capaz de fazer avançar a democracia, as liberdades individuais e coletivas, os direitos sociais e a sustentabilidade".

Ao fim do discurso, Juca disse que o encontro Emergências, patrocinado pelo governo brasileiro, com a participação de centenas de pessoas, de vários países latino-americanos e de outros continentes, buscava respostas para questões atuais.

"Questões graves e imediatas, como esta tentativa de golpe no Brasil, e questões ligadas à construção de uma cidadania planetária em que todos se reconheçam. É isso o que se espera da troca de conhecimentos e da soma das inteligências e das energias vitais aqui reunidas, todas dispostas a encontrar caminhos mais democráticos e sustentáveis a partir de experiências vividas em seus territórios. Fora da democracia não há caminho que valha a pena trilhar."

O encontro Emergências acontece até o próximo domingo (13), em diversos lugares do Rio, com uma extensa programação de debates, shows e palestras, que pode ser encontrada na página do evento na internet.

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