Marcelo Rubens Paiva: enquanto acampamento leva tiros, um psicopata defende porte de arma

O escritor e dramaturgo Marcelo Rubens Paiva repercutiu os tiros contra o Acampamento Marisa Letícia e bateu duro no presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro (RJ); "Bala em líderes ambientalistas, em indígenas, na vereadora negra, na comitiva do Lula, no acampamento... Enquanto do outro lado um psicopata defende mandar bala, homenageia torturador e faz lobby de armar a população. Passou do limite", disse

O escritor e dramaturgo Marcelo Rubens Paiva repercutiu os tiros contra o Acampamento Marisa Letícia e bateu duro no presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro (RJ); "Bala em líderes ambientalistas, em indígenas, na vereadora negra, na comitiva do Lula, no acampamento... Enquanto do outro lado um psicopata defende mandar bala, homenageia torturador e faz lobby de armar a população. Passou do limite", disse
O escritor e dramaturgo Marcelo Rubens Paiva repercutiu os tiros contra o Acampamento Marisa Letícia e bateu duro no presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro (RJ); "Bala em líderes ambientalistas, em indígenas, na vereadora negra, na comitiva do Lula, no acampamento... Enquanto do outro lado um psicopata defende mandar bala, homenageia torturador e faz lobby de armar a população. Passou do limite", disse (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O escritor e dramaturgo Marcelo Rubens Paiva repercutiu os tiros contra o Acampamento Marisa Letícia, que aconteceu na madrugada deste sábado (28) em Curitiba (PR), ferindo duas pessoas. 

"Bala em líderes ambientalistas, em indígenas, na vereadora negra, na comitiva do Lula, no acampamento... Enquanto do outro lado um psicopata defende mandar bala, homenageia torturador e faz lobby de armar a população. Passou do limite", escreveu Paiva no Twitter.

Ao falar em psicopata, o escritor fez referência ao presidenciável do PSL, deputado federal Jair Bolsonaro (RJ), que defende porte de arma e pena de morte e, durante a votação do impeachment de Dilma Rousseff, em abril de 2016, fez uma homenagem ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, primeiro militar reconhecido pela Justiça brasileira como torturador na ditadura.

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