Mello Franco destaca a destruição da Cultura com Temer

Colunista da Folha acredita que Temer "já deve estar arrependido de ter recriado a pasta" depois de três pedidos de demissão de ministros; para ele, a nova barganha do governo com o ministério, que consiste em nomear um deputado saciar a bancada do PMDB, "tem potencial para mobilizar a classe artística em novos protestos contra o governo"

Colunista da Folha acredita que Temer "já deve estar arrependido de ter recriado a pasta" depois de três pedidos de demissão de ministros; para ele, a nova barganha do governo com o ministério, que consiste em nomear um deputado saciar a bancada do PMDB, "tem potencial para mobilizar a classe artística em novos protestos contra o governo"
Colunista da Folha acredita que Temer "já deve estar arrependido de ter recriado a pasta" depois de três pedidos de demissão de ministros; para ele, a nova barganha do governo com o ministério, que consiste em nomear um deputado saciar a bancada do PMDB, "tem potencial para mobilizar a classe artística em novos protestos contra o governo" (Foto: Gisele Federicce)

247 - O jornalista Bernardo Mello Franco destaca a destruição do Ministério da Cultura no governo Temer em sua coluna deste domingo, depois de três pedidos de demissões de ministros: Marcelo Calero, Roberto Freire e agora o interino João Batista de Andrade.

"Ao sair, o diretor do filme 'O Homem que Virou Suco' disse que o ministério estava 'absolutamente inviabilizado' pelo corte de 43% no orçamento", escreve Mello Franco, sobre o cineasta Batista de Andrade. "Agora Temer estuda nomear um deputado para saciar a bancada do PMDB, que costuma espremer seus ministérios até a última gota", informa o jornalista.

"A nova barganha com a Cultura tem potencial para mobilizar a classe artística em novos protestos contra o governo. A essa altura, o presidente já deve estar arrependido de ter recriado a pasta", conclui o colunista.

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