Nepomuceno: Temer é o espelho de Macri. Sem voto

"Macri chegou onde está pelo voto. Temer é um usurpador barato. Mas ambos estão mergulhados na corrupção, cercados de corruptos", diz o escritor Eric Nepomuceno, em artigo especial publicado no Nocaute, de Fernando Morais; no texto, ele comenta a luta de ambos para apagar as marcas dos governos de Nestor Kirchner, na Argentina, e de Lula, no Brasil; "Os governos de Nestor Kirchner e Lula da Silva deixaram marcas na história. Mauricio Macri e Michel Temer deixarão, na melhor das hipóteses, manchas. E, pelo que se viu até agora, difíceis de se limpar"

"Macri chegou onde está pelo voto. Temer é um usurpador barato. Mas ambos estão mergulhados na corrupção, cercados de corruptos", diz o escritor Eric Nepomuceno, em artigo especial publicado no Nocaute, de Fernando Morais; no texto, ele comenta a luta de ambos para apagar as marcas dos governos de Nestor Kirchner, na Argentina, e de Lula, no Brasil; "Os governos de Nestor Kirchner e Lula da Silva deixaram marcas na história. Mauricio Macri e Michel Temer deixarão, na melhor das hipóteses, manchas. E, pelo que se viu até agora, difíceis de se limpar"
"Macri chegou onde está pelo voto. Temer é um usurpador barato. Mas ambos estão mergulhados na corrupção, cercados de corruptos", diz o escritor Eric Nepomuceno, em artigo especial publicado no Nocaute, de Fernando Morais; no texto, ele comenta a luta de ambos para apagar as marcas dos governos de Nestor Kirchner, na Argentina, e de Lula, no Brasil; "Os governos de Nestor Kirchner e Lula da Silva deixaram marcas na história. Mauricio Macri e Michel Temer deixarão, na melhor das hipóteses, manchas. E, pelo que se viu até agora, difíceis de se limpar" (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Em artigo especial para o Nocaute, o escritor e tradutor Eric Nepomuceno compara o presidente Michel Temer a seu colega argentino Mauricio Macri, mas faz uma ressalva importante. "Macri chegou onde está pelo voto. Temer é um usurpador barato. Mas ambos estão mergulhados na corrupção, cercados de corruptos", diz ele.

"A esta altura, pouca coisa é tão monótona e previsível como constatar que a Argentina de Mauricio Macri é o reflexo do Brasil de Michel Temer, e vice-versa. A mesma política de terra arrasada, de desprezo por tudo que foi construído – por coincidência – de 2003 a 2015. Além de assassinar o futuro, querem matar a memória, o passado", diz ele.

No texto, ele comenta a luta de ambos para apagar as marcas dos governos de Nestor Kirchner, na Argentina, e de Lula, no Brasil. "Sua última novidade [de Macri]: eliminar o nome de Nestor Kirchner da paisagem. Literalmente: um de seus asseclas, Hernán Lombardi, ministro de Meios Públicos, quer, por decreto, proibir que espaços e edifícios públicos tenham o nome de ex presidentes antes que tenham se passado vinte anos de sua morte. O alvo evidente chama-se Nestor Kirchner, o mais popular presidente argentino desde Juan Domingo Perón, e que morreu há seis anos", diz Nepomuceno.

"Mauricio Macri sabe do peso que o nome – e a memória – de Nestor Kirchner tem em seu país. Michel Temer sabe a mesma coisa com relação a Lula da Silva", diz ele. "Os governos de Nestor Kirchner e Lula da Silva deixaram marcas na história. Mauricio Macri e Michel Temer deixarão, na melhor das hipóteses, manchas. E, pelo que se viu até agora, difíceis de se limpar."

Leia a íntegra no Nocaute.

 

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