Novo filme de Guta Ramos relembra luta sindical

“Não toque em meu companheiro”, novo documentário de Maria Augusta Ramos, de “O processo”, relembra a luta histórica dos funcionários da Caixa Econômica Federal demitidos injustamente após uma greve da categoria. Assista na TV 247

Cena do filme "Não toque em meu companheiro" e Guta Ramos
Cena do filme "Não toque em meu companheiro" e Guta Ramos (Foto: Divulgação)
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247 - A diretora e roteirista Maria Augusta Ramos, a Guta, que dirigiu “O processo”, documentário sobre o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, traz em seu novo filme uma reflexão aprofundada sobre a função dos bancos públicos e a resistência à perda de direitos dos trabalhadores organizados pelos sindicatos. “Não consigo pensar o Brasil sem a Caixa Econômica”, disse ela em entrevista à TV 247.

O mais recente documentário de Guta, “Não toque em meu companheiro”, relembra a luta histórica dos funcionários da Caixa Econômica Federal, demitidos injustamente após uma greve da categoria, e como eles se mobilizaram em uma batalha sindical que resultou na reintegração de 110 bancários afastados durante quase um ano.

A ação se passa durante o governo Collor e aponta para a importância da solidariedade e da união entre os trabalhadores. Durante o ano em que estiveram desempregados, os funcionários continuaram recebendo seus salários através de auxílio recolhido de um percentual dos salários dos 35 mil trabalhadores do setor.

“Hoje podemos olhar para o discurso e as ações do Collor na época e ver as consequências disso para o País. E comparar com os dias de hoje e os cortes enormes de direitos dos trabalhadores”. Guta afirmou que faz filmes sobre aquilo que a move, angustia e que lhe dá medo. “Atualmente, uma das minhas maiores preocupações é esse desejo do Paulo Guedes de privatizar os bancos públicos, que precisam existir em sua função social”.

Inscreva-se na TV 247 e assista à íntegra da entrevista de Guta Ramos:

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