“O crime de Lula foi abalar o conformismo frente à desigualdade”, diz Maria Rita Kehl

“Os que condenam o presidente Lula sabem muito bem que ele não é corrupto. O crime imperdoável que ele cometeu foi abalar de uma vez por todas o conformismo da sociedade brasileira frente à miséria, à desigualdade, às injustiças sociais. Seus oito anos de governo não foram suficientes para erradicar essas três doenças sociais com as quais o povo brasileiro tinha se acostumado a conviver, quase conformado. Mas evidenciaram a falta de vontade política, a falta de coragem e de senso de justiça social características de todos os governos anteriores”, diz ela

“Os que condenam o presidente Lula sabem muito bem que ele não é corrupto. O crime imperdoável que ele cometeu foi abalar de uma vez por todas o conformismo da sociedade brasileira frente à miséria, à desigualdade, às injustiças sociais. Seus oito anos de governo não foram suficientes para erradicar essas três doenças sociais com as quais o povo brasileiro tinha se acostumado a conviver, quase conformado. Mas evidenciaram a falta de vontade política, a falta de coragem e de senso de justiça social características de todos os governos anteriores”, diz ela
“Os que condenam o presidente Lula sabem muito bem que ele não é corrupto. O crime imperdoável que ele cometeu foi abalar de uma vez por todas o conformismo da sociedade brasileira frente à miséria, à desigualdade, às injustiças sociais. Seus oito anos de governo não foram suficientes para erradicar essas três doenças sociais com as quais o povo brasileiro tinha se acostumado a conviver, quase conformado. Mas evidenciaram a falta de vontade política, a falta de coragem e de senso de justiça social características de todos os governos anteriores”, diz ela (Foto: Leonardo Attuch)

Por Esmael Morais

A psicanalista e escritora Maria Rita Kehl, vencedora do Prêmio Jabuti, condena a falta de sensibilidade e “generosidade de nossas elites”. Para a autora do livro “O Tempo e o Cão – A Atualidade das Depressões”, o crime de Lula foi abalar o conformismo frente à desigualdade.

A psicanalista e escritora Maria Rita Kehl, uma das personalidades que assinaram o documento em defesa de Lula e da democracia na última quinta-feira (10), não teve como comparecer ao ato de lançamento da campanha, realizado na noite de ontem em São Paulo.

Apesar disso, a escritora, vencedora do prêmio Jabuti com o livro “O Tempo e o Cão – A Atualidade das Depressões”, fez questão de enviar ao ex-presidente sua mensagem de solidariedade e apoio na luta pela redução das desigualdades e injustiças sociais que restam no país. Leia abaixo:

“Os que condenam o presidente Lula sabem muito bem que ele não é corrupto. O crime imperdoável que ele cometeu foi abalar de uma vez por todas o conformismo da sociedade brasileira frente à miséria, à desigualdade, às injustiças sociais. Seus oito anos de governo não foram suficientes para erradicar essas três doenças sociais com as quais o povo brasileiro tinha se acostumado a conviver, quase conformado. Mas evidenciaram a falta de vontade política, a falta de coragem e de senso de justiça social características de todos os governos anteriores.”

“Os que condenam o presidente Lula não perdoam a maré de esperança e de engajamento, mobilizada durante seus dois mandatos. A condenação injusta do presidente Lula nos confronta com a mais grave forma de miséria que vitima a sociedade brasileira: a miséria da falta de sensibilidade, de solidariedade e de generosidade das nossas elites.”

Com informações do site Lula.com.br

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