“Por letargia e omissão, STF propiciou o golpe“

Raduan Nassar, um dos maiores escritores brasileiros, criticou a letargia do Supremo Tribunal Federal em julgar o processo que envolve o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o que, segundo ele, levou ao impeachment da presidente Dilma Rousseff; "Por que o mesmo tribunal não julgou até agora o presidente da Câmara dos Deputados? Está lá como réu desde janeiro do ano em curso... Daí que, ressalvadas as respeitáveis exceções, seria até o caso de se afirmar que o STF, que inclui alguns ministros apequenados, propiciou por “omissão” o golpe de domingo, levado a cabo na Câmara, em grande parte, por uma quadrilha de cleptomaníacos", afirmou

Raduan Nassar, um dos maiores escritores brasileiros, criticou a letargia do Supremo Tribunal Federal em julgar o processo que envolve o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o que, segundo ele, levou ao impeachment da presidente Dilma Rousseff; "Por que o mesmo tribunal não julgou até agora o presidente da Câmara dos Deputados? Está lá como réu desde janeiro do ano em curso... Daí que, ressalvadas as respeitáveis exceções, seria até o caso de se afirmar que o STF, que inclui alguns ministros apequenados, propiciou por “omissão” o golpe de domingo, levado a cabo na Câmara, em grande parte, por uma quadrilha de cleptomaníacos", afirmou
Raduan Nassar, um dos maiores escritores brasileiros, criticou a letargia do Supremo Tribunal Federal em julgar o processo que envolve o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o que, segundo ele, levou ao impeachment da presidente Dilma Rousseff; "Por que o mesmo tribunal não julgou até agora o presidente da Câmara dos Deputados? Está lá como réu desde janeiro do ano em curso... Daí que, ressalvadas as respeitáveis exceções, seria até o caso de se afirmar que o STF, que inclui alguns ministros apequenados, propiciou por “omissão” o golpe de domingo, levado a cabo na Câmara, em grande parte, por uma quadrilha de cleptomaníacos", afirmou (Foto: Valter Lima)
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247 - Raduan Nassar, um dos maiores escritores brasileiros, criticou a letargia do Supremo Tribunal Federal em julgar o processo que envolve o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

"Tivesse o STF despertado da letargia, e o processo de impedimento da presidenta Dilma Rousseff não teria sido sequer instaurado, pela desqualificação de quem o conduz. E porque deveria sobretudo ter se detido no exame da tipificação do suposto crime de responsabilidade", afirmou.

"Por que o mesmo tribunal não julgou até agora o presidente da Câmara dos Deputados? Está lá como réu desde janeiro do ano em curso... Daí que, ressalvadas as respeitáveis exceções, seria até o caso de se afirmar que o STF, que inclui alguns ministros apequenados, propiciou por “omissão” o golpe de domingo, levado a cabo na Câmara, em grande parte, por uma quadrilha de cleptomaníacos", complementou.

 Abaixo o texto na íntegra:

ESTAMOS BEM ARRUMADOS!


Ressalvadas exceções de ministros atuais respeitáveis, o STF - Supremo Tribunal Federal -está adormecido, dorminhoco, maculado por sinal pelo seu passado com o regime militar.

Tivesse o STF despertado da letargia, e o processo de impedimento da presidenta Dilma Rousseff não teria sido sequer instaurado, pela desqualificação de quem o conduz. E porque deveria sobretudo ter se detido no exame da tipificação do suposto crime de responsabilidade.

Uma pergunta: por que o mesmo tribunal não julgou até agora o presidente da Câmara dos Deputados? Está lá como réu desde janeiro do ano em curso... Daí que, ressalvadas as respeitáveis exceções, seria até o caso de se afirmar que o STF, que inclui alguns ministros apequenados, propiciou por “omissão” o golpe de domingo/17.04.2016, levado a cabo na Câmara, em grande parte, por uma quadrilha de cleptomaníacos.

Além disso, a Procuradoria Geral da República patrocina claramente pareceres partidarizados, dando cobertura inclusive às derrapagens de um judiciário de primeira instância. Arquivou quatro pedidos de investigação de um tucano, trazendo à lembrança o “engavetador geral da República” da era FHC.

Em maio próximo, assume a presidência do TSE -Tribunal Superior Eleitoral - o questionável e pedante ministro Gilmar Mendes... e, no próximo ano, o excelente Enrique Ricardo Lewandowski será substituído na presidência do STF pela global Cármem Lúcia...

Estamos bem arrumados!

De fato, como é costume alegarem, ninguém está acima da lei, segundo a Constituição. Mas é preciso que se diga com todas as letras: a magistratura também não está acima da Lei.

Raduan Nassar

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