Seu Jorge, de Gogó da Ema para o mundo

Olheiro de gravadora que descobriu a banda Farofa Carioca nos anos 1990, Leonardo Rivera conta como Jorge Mário da Silva, o Seu Jorge, um dos artistas mais importantes de sua geração, saiu de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, para ganhar os palcos do mundo; "Seu Jorge, a inteligência é fundamental", segundo o produtor, é um "tributo feito com carinho" para os fãs do múltiplo artista, que já compôs com Marisa Monte, Ed Motta, Alexandre Pires, Bono Vox e outros

Olheiro de gravadora que descobriu a banda Farofa Carioca nos anos 1990, Leonardo Rivera conta como Jorge Mário da Silva, o Seu Jorge, um dos artistas mais importantes de sua geração, saiu de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, para ganhar os palcos do mundo; "Seu Jorge, a inteligência é fundamental", segundo o produtor, é um "tributo feito com carinho" para os fãs do múltiplo artista, que já compôs com Marisa Monte, Ed Motta, Alexandre Pires, Bono Vox e outros
Olheiro de gravadora que descobriu a banda Farofa Carioca nos anos 1990, Leonardo Rivera conta como Jorge Mário da Silva, o Seu Jorge, um dos artistas mais importantes de sua geração, saiu de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, para ganhar os palcos do mundo; "Seu Jorge, a inteligência é fundamental", segundo o produtor, é um "tributo feito com carinho" para os fãs do múltiplo artista, que já compôs com Marisa Monte, Ed Motta, Alexandre Pires, Bono Vox e outros (Foto: Gisele Federicce)
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247 – De Jorge Mário da Silva, nascido em Gogó da Ema, em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, para Seu Jorge, hoje nos palcos do mundo. A história do múltiplo artista, atualmente um dos mais renomados de sua geração, é contada por Leonardo Rivera em "Seu Jorge, a inteligência é fundamental", lançada pela Ediouro.

Olheiro de gravadora, Rivera foi quem primeiro ouviu uma fita demo da banda Farofa Carioca, que tinha Seu Jorge como vocalista, e que conheceu nos anos 1990. O produtor, conhecido por apostar em uma música menos comercial e descobridor de bandas como Autoramas e Coyote Valvulado, conta ter sido fisgado pelos "malucos" do grupo musical, que misturam no mínimo samba, soul, funk e MPB.

"Minha função na [gravadora] PolyGram, na época, era justamente descobrir novos sons e os representantes dessa ebulição cultural que acontecia no Rio de Janeiro, sobretudo em um estúdio em Santa Teresa, o Totem. Lá, os 'malucos' do Farofa me convenceram e, desde então, a voz marcante, a arte cênica no palco e a versatilidade da composição do Seu Jorge já tinham me conquistado", relembra.

O livro animou o jornalista, que escreve sobre música desde a década de 90 em revistas especializadas. "É o primeiro de muitos. Trata-se de um trabalho de seis anos que a gente consegue lançar agora pela Ediouro. E, com o resultado, já penso em novas publicações".

Segundo ele, a obra sobre Seu Jorge é um "tributo feito com carinho" para os fãs do artista, que já compôs com nomes como Marisa Monte, Ed Motta, Alexandre Pires, além dos internacionais Thievery Corporation, Flea e Anthony Kiedis (Red Hot Chilli Peppers), Bono Vox (U2) e Beck, e autor de sucessos como Seu Olhar, Burguesinha, Carolina, Pretinha e Mina do Condomínio, entre outros.

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