Tijolaço: O tamanho do que é minúsculo

O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca que a "Folha dá "uma força" ao lançamento do livro de Kim Kataguiri, que qual ao menos o título expressa uma realidade: "Quem é esse moleque para estar na Folha""; "Nos vídeos do MBL vê-se um convescote, talvez, de uma 50 pessoas, no evento, embora se fale que Kim levou três horas autografando os exemplares; o do prefeito João Doria "com um desmanchado ""para o futuro presidente da República"; "a rigor, são dois "filhos da mídia", aos quais se aplica bem a pergunta feita no título do livro", diz Brito; "Dispa-se-lhe dos papéis que interpretam e você encontrará o nada", completa

O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca que a "Folha dá "uma força" ao lançamento do livro de Kim Kataguiri, que qual ao menos o título expressa uma realidade: "Quem é esse moleque para estar na Folha""; "Nos vídeos do MBL vê-se um convescote, talvez, de uma 50 pessoas, no evento, embora se fale que Kim levou três horas autografando os exemplares; o do prefeito João Doria "com um desmanchado ""para o futuro presidente da República"; "a rigor, são dois "filhos da mídia", aos quais se aplica bem a pergunta feita no título do livro", diz Brito; "Dispa-se-lhe dos papéis que interpretam e você encontrará o nada", completa
O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca que a "Folha dá "uma força" ao lançamento do livro de Kim Kataguiri, que qual ao menos o título expressa uma realidade: "Quem é esse moleque para estar na Folha""; "Nos vídeos do MBL vê-se um convescote, talvez, de uma 50 pessoas, no evento, embora se fale que Kim levou três horas autografando os exemplares; o do prefeito João Doria "com um desmanchado ""para o futuro presidente da República"; "a rigor, são dois "filhos da mídia", aos quais se aplica bem a pergunta feita no título do livro", diz Brito; "Dispa-se-lhe dos papéis que interpretam e você encontrará o nada", completa (Foto: Paulo Emílio)

Por Fernando Brito, no Tijolaço - A Folha dá "uma força" ao lançamento do livro de Kim Kataguiri, que qual ao menos o título expressa uma realidade: "Quem é esse moleque para estar na Folha".

Como o "moleque" vem do próprio autor, não devo me preocupar com a acepções extra-juvenis da palavra, em registradas no Houaiss e, embora nada honrosas, certamente adequadas.

Fui, por curiosidade jornalística, verificar a afluência do grande evento, capaz de atrair uma "estrela" do port de João Doria Júnior, recém-chegado de sua "dancinha" no Rock in Rio.

Nos vídeos do MBL vê-se um convescote, talvez, de uma 50 pessoas, no evento, embora se fale que Kim levou três horas autografando os exemplares.

O de Doria com um desmanchado ""para o futuro presidente da República".

A rigor, são dois "filhos da mídia", aos quais se aplica bem a pergunta feita no título do livro.

As idéias que defendem (melhor dizendo, repetem), próprias de fanáticos insensíveis – desmontar o Estado e seus serviços públicos, entregar na mão da "caridade" e dos negócios privados as rédeas do desenvolvimento social, retornar o país a um status colonial – não têm um pingo de modernidade. São próprias do século 19, por mais que sejam escritas no Facebook ou no Instagram.

Ambos agarraram-se às elites empresariais para tornarem-se conhecidos, desfilando sua mediocridade que só não é pequena na modalidade "celebrizadora" de "causar".

Aí, vale tudo, seja exibir a bunda ou usar roupa de gari, para ser "jovem" ou "popular".

São atores que surgem como derivações de personagens.

Dispa-se-lhe dos papéis que interpretam e você encontrará o nada.

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