Adams: Argumento dos decretos é inaceitável

Em defesa do processo de impeachment de Dilma Rousseff, advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse que vai usar nova meta fiscal; ele questiona o argumento dos decretos que autorizam gastos sem aval do Congresso, levantado no pedido: “O TCU, e isso é ignorado pelo presidente da Câmara, não viu responsabilidade da presidente. A discussão de contas não se refere a atos da presidente, mas a um conjunto de decisões e aplicações do orçamento no âmbito do governo federal”, disse

O Bom Dia Ministro recebe o ministro-chefe da Advocacia Geral da Uni�o, Lu�s In�cio Adams, para falar sobre as contas do governo federal em 2014 e da discuss�o do assunto no TCU (Jos� Cruz /Ag�ncia Brasil)
O Bom Dia Ministro recebe o ministro-chefe da Advocacia Geral da Uni�o, Lu�s In�cio Adams, para falar sobre as contas do governo federal em 2014 e da discuss�o do assunto no TCU (Jos� Cruz /Ag�ncia Brasil) (Foto: Roberta Namour)
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247 - O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, questionou o argumento dos decretos que autorizam gastos sem aval do Congresso, usado no pedido de impeachment de Dilma Rousseff: “O TCU, e isso é ignorado pelo presidente da Câmara, não viu responsabilidade da presidente. A discussão de contas não se refere a atos da presidente, mas a um conjunto de decisões e aplicações do orçamento no âmbito do governo federal”.

Em entrevista ao Globo, ele afirma que o argumento dos decretos é frágil para um pedido de impeachment. “Aliás, o esforço de construir esse artifício é inaceitável”, completou.

Na defesa contra o processo ele disse que vai usar nova meta fiscal, aprovada na última quarta-feira (leia mais).

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