‘Adicional’ em mensalidade dobrará valor de planos de saúde

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) publicou novas regras para os planos de saúde que regulamentam a aplicação de coparticipação e franquia; a conta para usar o serviço irá dobrar e os planos que não cobrarem o ‘adicional’ correm o risco de desaparecer do mercado, segundo entidades de defesa ao consumidor

Rio de Janeiro - Longas filas se formam em frente aos postos de saúde para a vacinação contra a febre amarela no Rio. (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - Longas filas se formam em frente aos postos de saúde para a vacinação contra a febre amarela no Rio. (Tânia Rêgo/Agência Brasil) (Foto: Gustavo Conde)

247 – A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) publicou novas regras para os planos de saúde que regulamentam a aplicação de coparticipação e franquia. A conta para usar o serviço irá dobrar e os planos que não cobrarem o ‘adicional’ correm o risco de desaparecer do mercado, segundo entidades de defesa ao consumidor.

“Entre as principais mudanças com as novas regras, o limite para a cobrança de coparticipação, modelo que repassa para o cliente parte do valor de cada procedimento realizado, foi fixado em 40% do valor do total do serviço. Isso significa que, se o paciente fizer um exame que custa R$ 100, a operadora pode cobrar até R$ 40 dele, além do valor da mensalidade. 

Não existia, até aqui, um limite estipulado em lei para a cobrança, mas havia desde 2009 uma orientação da ANS que sugeria o repasse de 30% como um máximo aceitável. "Na prática, há um aumento nos valores com que o consumidor pode ter de arcar com esse tipo de plano, porque a cobrança que antes era de 20% ou 30% sobe para 40%", disse a advogada e representante da Proteste, Livia Coelho.”

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