AGU: Lava Jato pode afetar 51 mil empresas

Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, se disse preocupado com o possivel fechamento de 51 mil empresas – fornecedoras das 23 empreiteiras investigadas na Lava Jato: 'Muitos me acusaram de estar defendendo as empresas. Eu defendo a preservação da atividade empresarial como um todo. O que não é possível é que a dinâmica da implementação dessa legislação de combate à corrupção leve ao fechamento em série de diversas empresas'

Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, se disse preocupado com o possivel fechamento de 51 mil empresas – fornecedoras das 23 empreiteiras investigadas na Lava Jato: 'Muitos me acusaram de estar defendendo as empresas. Eu defendo a preservação da atividade empresarial como um todo. O que não é possível é que a dinâmica da implementação dessa legislação de combate à corrupção leve ao fechamento em série de diversas empresas'
Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, se disse preocupado com o possivel fechamento de 51 mil empresas – fornecedoras das 23 empreiteiras investigadas na Lava Jato: 'Muitos me acusaram de estar defendendo as empresas. Eu defendo a preservação da atividade empresarial como um todo. O que não é possível é que a dinâmica da implementação dessa legislação de combate à corrupção leve ao fechamento em série de diversas empresas' (Foto: Roberta Namour)
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247 - O Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, disse nesta quinta-feira, em São Paulo, que ao menos 51 mil empresas – fornecedoras das 23 empreiteiras investigadas na Lava Jato - correm risco de fechar.

“O governo está comprometido em potencializar os instrumentos de combate à corrupção. Está buscando fortalecer as instituições para que se elimine a corrupção como realidade do país, criando um estado mais eficiente para a sociedade e para o cidadão brasileiro. Mas o que não é possível é que a dinâmica da implementação dessa legislação de combate à corrupção leve ao fechamento em série de diversas empresas”, disse ele.

Segundo ele, a empresa tem que ser objeto de preocupação do Estado, embora ele prefira que as empresas se adaptem às novas leis de combate à corrupção.

“Muitos me acusaram de estar defendendo as empresas. Eu defendo a preservação da atividade empresarial como um todo. Se a empresa, tendo os instrumentos para fazer essa mudança, não o faz ou não deseja fazer, vai sofrer as consequências da lei. Vai ser punida. Fechar os olhos para esse impacto, no entanto, se torna um verdadeiro absurdo”, completou.

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