Após greve, governo faz acordo para zerar tributo de combustíveis

O presidente da Câmara e pré-candidato, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou que o governo vai zerar o Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto que incide sobre a gasolina e diesel, em um acordo com o Congresso; a medida tenta conter o aumento no preço dos combustíveis, motivo de greve dos caminhoneiros, que paralisam estradas de 22 Estados, afetando aeroportos e indústrias

O presidente da Câmara e pré-candidato, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou que o governo vai zerar o Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto que incide sobre a gasolina e diesel, em um acordo com o Congresso; a medida tenta conter o aumento no preço dos combustíveis, motivo de greve dos caminhoneiros, que paralisam estradas de 22 Estados, afetando aeroportos e indústrias
O presidente da Câmara e pré-candidato, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou que o governo vai zerar o Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto que incide sobre a gasolina e diesel, em um acordo com o Congresso; a medida tenta conter o aumento no preço dos combustíveis, motivo de greve dos caminhoneiros, que paralisam estradas de 22 Estados, afetando aeroportos e indústrias (Foto: Gisele Federicce)

Sputnik - O presidente da Câmara e pré-candidato à Presidência, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou pelo Twitter que o governo vai zerar o Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto que incide sobre a gasolina e diesel. A medida tenta conter o aumento no preço dos combustíveis.

Segundo Maia, a medida — em conjunto com outra proposta para destinar recursos de reoneração da folha de pagamentos para reduzir o impacto do aumento do diesel — foi proposta em conjunto com o presidente do Senado, Eunício Oliveira em acordo com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

​© SPUTNIK / ALEKSEI KUDENKO

O fim do imposto precisa ser determinado por meio de decreto assinado pelo presidente Michel Temer, passando a valer três meses depois.

 

A redução, porém, não deve ter grande impacto no preço final dos combustíveis, já que o Cide só representa 2% do valor da gasolina e 1% no diesel. O maior peso no bolso do contribuinte fica por conta do PIS/Cofins (14%) e do ICMS, imposto que varia de estado para estado entre 25% a 34%.

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