Arbitragem coletiva contra a Petrobras poderá resultar em até R$ 20 bi em indenizações

Ação de "arbitragem coletiva" aberta por investidores na Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM), da B3, contra a Petrobras poderá resultar no pagamento de até R$ 20 bilhões em indenizações caso os fundos de pensão que já detiveram ações da estatal entrem no processo; estratégia tenta repetir  moldes  de uma ação coletiva movida por investidores nos Estados Unidos e aceitará novas adesões quem negociou ações da Petrobras entre janeiro de 2010 e julho de 2015

Sede da Petrobras no Rio de Janeiro, Brasil 10/8/2017 REUTERS/Ricardo Moraes
Sede da Petrobras no Rio de Janeiro, Brasil 10/8/2017 REUTERS/Ricardo Moraes (Foto: Paulo Emílio)

247 - A ação de "arbitragem coletiva" aberta por investidores na Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM), da B3, contra a Petrobras poderá resultar no pagamento de até R$ 20 bilhões em indenizações caso os fundos de pensão que já detiveram ações da estatal entrem no processo.

Escritório de advocacia Modesto Carvalhosa tenta repetir a estratégia de uma ação coletiva movida por investidores nos Estados Unidos e aceitará novas adesões quem negociou ações da Petrobras entre janeiro de 2010 e julho de 2015. Até o momento, segundo o jornal Valor Econômico, a ação já conta com mais de 200 investidores pessoas físicas e de mais de 20 fundos de investimentos.

Os prejuízos acumulados por este grupo ultrapassariam os R$ 5 bilhões e teria sido resultante de violações das regras do mercado de capitas, como atrasos na divulgação dos balanços e da distribuição de informações falsas ao mercado.

Caso os grandes fundos de pensão como o Petros, Previ e Funcef entrem na ação as indenizações poderiam chegar a R$ 7 bilhões, R$ 5 bilhões e R$ 3 bilhões, respectivamente. O BNDES também estaria interessado em pleitear uma indenização do gênero.

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