Armínio Fraga: Meta de inflação deve ser reduzida

Ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga criticou a atual política macroeconômica, gerida pelo ministro Guido Mantega: "Os problemas de hoje vêm desde o segundo mandato do presidente Lula quando se abandonou um modelo mais equilibrado na direção do que se chama hoje de nova matriz, com política macro mais frouxa, muito foco no consumo e pouco foco na produtividade em geral”

Ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga criticou a atual política macroeconômica, gerida pelo ministro Guido Mantega: "Os problemas de hoje vêm desde o segundo mandato do presidente Lula quando se abandonou um modelo mais equilibrado na direção do que se chama hoje de nova matriz, com política macro mais frouxa, muito foco no consumo e pouco foco na produtividade em geral”
Ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga criticou a atual política macroeconômica, gerida pelo ministro Guido Mantega: "Os problemas de hoje vêm desde o segundo mandato do presidente Lula quando se abandonou um modelo mais equilibrado na direção do que se chama hoje de nova matriz, com política macro mais frouxa, muito foco no consumo e pouco foco na produtividade em geral” (Foto: Roberta Namour)
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247 - O ex-presidente do Banco Central (BC) Armínio Fraga considera a meta da inflação, atualmente fixada em 4,5%, “muito alta”.

Em evento organizado pelo Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), sobre o Plano Real, ela defendeu ainda um limite formal para a relação gasto público e PIB, o que significa dizer que os gastos do governo têm que crescer menos do que o Produto Interno Bruto (PIB). “As despesas primárias tem de ser definidas sem artifícios, consolidando todos os benefícios”, afirmou.
Arminio classificou a atual política macroeconômica, gerida pelo ministro Guido Mantega, de "esquizofrênica".

"Os problemas de hoje vêm desde o segundo mandato do presidente Lula quando se abandonou um modelo mais equilibrado na direção do que se chama hoje de nova matriz, com política macro mais frouxa, muito foco no consumo e pouco foco na produtividade em geral", disse.

Leia aqui a matéria do Valor sobre o assunto.

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