Atraso da reforma da Previdência pode custar 23% do PIB até 2060

Um estudo realizado por David Beker, chefe de economia e estratégia do Bank of America Merrill Lynch (BofA), aponta a urgência da reforma da Previdência no Brasil: "Não é que chegou a hora de fazer a reforma da Previdência, é que já passou", diz; ele calcula que, se nada for feito, pode significar um custo acumulado de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2060; em 2015, o déficit do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi de 1,5% do PIB

Um estudo realizado por David Beker, chefe de economia e estratégia do Bank of America Merrill Lynch (BofA), aponta a urgência da reforma da Previdência no Brasil: "Não é que chegou a hora de fazer a reforma da Previdência, é que já passou", diz; ele calcula que, se nada for feito, pode significar um custo acumulado de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2060; em 2015, o déficit do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi de 1,5% do PIB
Um estudo realizado por David Beker, chefe de economia e estratégia do Bank of America Merrill Lynch (BofA), aponta a urgência da reforma da Previdência no Brasil: "Não é que chegou a hora de fazer a reforma da Previdência, é que já passou", diz; ele calcula que, se nada for feito, pode significar um custo acumulado de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2060; em 2015, o déficit do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi de 1,5% do PIB (Foto: Roberta Namour)
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247 - Um estudo realizado por David Beker, chefe de economia e estratégia do Bank of America Merrill Lynch (BofA), aponta a urgência da reforma da Previdência no Brasil: "Não é que chegou a hora de fazer a reforma da Previdência, é que já passou", diz.

Em entrevista ao Valor, ele calcula que, se nada for feito, pode significar um custo acumulado de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2060. Em 2015, o déficit do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi de 1,5% do PIB.

Segundo o economista, a prioridade deve ser a reforma do RGPS, que no ano passado teve déficit de R$ 85,5 bilhões e beneficiou mais de 32 milhões de pessoas. A reforma do Regime Público de Previdência Social (RPPS), que passou por mudanças em 2011, seria o segundo passo, ainda que o déficit de R$ 67,4 bilhões em 2015 tenha beneficiado muito menos pessoas (572,2 mil) – leia aqui.

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