Aumento da tensão no Oriente Médio faz governo acelerar abertura do setor de combustíveis

Temor é que uma escalada nos preços acabe aumentando o risco de uma greve por parte dos caminhoneiros e a ordem é acelerar a liberação do refino, hoje concentrado nas mãos da Petrobrás, e do gás natural

(Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)
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247 - O aumento no preço do petróleo no mercado internacional devido ao aumento da tensão no Oriente Médio após o ataque militar dos Estados Unidos matar um dos mais importantes generais iranianos levou o governo Jair Bolsonaro a acelerar os planos para abrir o setor de combustíveis à concorrência estrangeira. O temor é que uma escalada nos preços acabe aumentando o risco de uma greve por parte dos caminhoneiros. 

De acordo com reportagem do jornalista Ancelmo Gois, a ordem é acelerar a liberação do refino, hoje concentrado nas mãos da Petrobrás, e do gás natural, “aí incluída mais competição no gás de cozinha e no transporte de ônibus e caminhões”, ressalta. 

A reportagem destaca, ainda, que um outro ponto de tensão entre os caminhoneiros está no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tabela de fretes, marcado para o dia 19 de fevereiro. A medida foi uma das principais medidas do governo Michel Temer, em 2018, para impedir a paralisação da categoria. 

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