Aumento do desemprego acelera desigualdade

Desde o início de 2015, a desigualdade entre os que compõem a força de trabalho (desempregados e ocupados) aumentou quase 3%; nesse período, a taxa de desemprego subiu de 7,9% para 10,9%; "Como uma característica importante da crise é o aumento do desemprego, é mais apropriado analisar a distribuição do rendimento da força de trabalho, e não apenas dos ocupados. Considerar apenas os ocupados implica desconsiderar os desempregados", diz o professor da USP Rodolfo Hoffmann

Desde o início de 2015, a desigualdade entre os que compõem a força de trabalho (desempregados e ocupados) aumentou quase 3%; nesse período, a taxa de desemprego subiu de 7,9% para 10,9%; "Como uma característica importante da crise é o aumento do desemprego, é mais apropriado analisar a distribuição do rendimento da força de trabalho, e não apenas dos ocupados. Considerar apenas os ocupados implica desconsiderar os desempregados", diz o professor da USP Rodolfo Hoffmann
Desde o início de 2015, a desigualdade entre os que compõem a força de trabalho (desempregados e ocupados) aumentou quase 3%; nesse período, a taxa de desemprego subiu de 7,9% para 10,9%; "Como uma característica importante da crise é o aumento do desemprego, é mais apropriado analisar a distribuição do rendimento da força de trabalho, e não apenas dos ocupados. Considerar apenas os ocupados implica desconsiderar os desempregados", diz o professor da USP Rodolfo Hoffmann (Foto: Roberta Namour)

247 - Após anos de queda contínua, a desigualdade voltou a crescer no primeiro trimestre deste ano, impulsionada pelo aumento do desemprego.
Desde o início do segundo mandato da presidente afastada, Dilma Rousseff, em 2015, a desigualdade entre os que compõem a força de trabalho (desempregados e ocupados) aumentou quase 3%. Nesse período, a taxa de desemprego subiu de 7,9% para 10,9%.

"Como uma característica importante da crise é o aumento do desemprego, é mais apropriado analisar a distribuição do rendimento da força de trabalho, e não apenas dos ocupados. Considerar apenas os ocupados implica desconsiderar os desempregados", diz o professor da USP Rodolfo Hoffmann, na ‘Folha de S. Paulo’.

No primeiro trimestre deste ano, segundo o IBGE, 11,089 milhões de pessoas tentaram, sem êxito, se ocupar. São desempregados pela estatística oficial. A informalidade também aumentou no período (leia aqui).

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