Baixo crescimento e gasto público elevado dificultam melhora da nota Brasil, diz S&P

De acordo com Livia Honsel, analista principal da S&P para o rating soberano do Brasil, a melhora da nota depende de medidas para reduzir o déficit e estimular o crescimento de longo prazo

(Foto: Esq.: Reprodução / Dir.: Fabio Pozzebom - ABR)

247 - A agência de classificação de risco S&P Global Ratings (antiga Standard & Poor's) avalia que os quase dez meses do governo Jair Bolsonaro não possibilita uma melhora de visão sobre a nota do País.

"O que vimos até agora é coerente com uma perspectiva estável", diz ao jornal Folha de S.Paulo Livia Honsel, analista principal da S&P para o rating soberano do Brasil.

De acordo com ela, a melhora da nota depende de medidas para reduzir o déficit e estimular o crescimento de longo prazo. 

"A reforma da Previdência tinha um consenso relevante na opinião pública e ainda não foi completamente aprovada. No caso da reforma tributária ou da reforma das despesas não nos surpreenderia se também fosse [um processo] lento", diz.

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