Banco dos BRICS anuncia investimentos em infraestrutura no Brasil

O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) do BRICS investirá no Brasil US$ 621 milhões em infraestrutura, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A instituição disse que o banco aprovou projetos brasileiros de energia renovável, construção de estradas, construção de ferrovias, saneamento, telecomunicações e uma refinaria de petróleo. O NDB também planeja lançar seu Escritório Regional das Américas no Brasil

Banco dos BRICS anuncia investimentos em infraestrutura no Brasil
Banco dos BRICS anuncia investimentos em infraestrutura no Brasil

Sputnik - O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) do BRICS investirá no Brasil US$ 621 milhões em infraestrutura, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A instituição disse que o banco aprovou projetos brasileiros de energia renovável, construção de estradas, construção de ferrovias, saneamento, telecomunicações e uma refinaria de petróleo. O NDB também planeja lançar seu Escritório Regional das Américas no Brasil.

O banco de Xangai já aprovou 30 projetos nos países-membros, totalizando mais de US$ 8 bilhões. Quase um terço do montante foi alocado para o setor de transporte, informou o Ipea, acrescentando que 26% foram fornecidos para projetos de energia renovável.

O Brasil é um dos cinco membros fundadores do NDB, junto com Rússia, Índia, China e África do Sul. O banco, que fornece financiamento para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável em economias emergentes, foi estabelecido em 2014 e formalmente aberto para negócios um ano depois.

Em setembro, o NDB aprovou três projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável na Índia e na Rússia, com empréstimos no total de US$ 825 milhões. Ela também colocou com sucesso 3 bilhões de títulos denominados em yuan (cerca de US$ 448 milhões) no mercado de títulos interbancários da China.

O NDB pretende emitir títulos na África do Sul e papéis comerciais em dólares norte-americanos no primeiro semestre deste ano. Além disso, a instituição declarou que continuará emitindo produtos financeiros denominados nas moedas locais de seus países-membros.

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