Bendine: Petrobras pretende captar US$ 20 bi

Segundo o presidente da estatal, Aldemir Bendine, os anos de 2015 e 2016 serão de ajustes e a companhia também pretende vender US$ 15,1 bilhões em ativos; "A Petrobras tem um projeto de cinco anos. Será uma nova empresa, mais enxuta, mais dinâmica, com perfil de rentabilidade muito maior", disse; em entrevista à “Bloomberg”, ele ressaltou que “as turbulências políticas afetam a economia em geral e também a Petrobras”; “Como cidadão, não como CEO, não faz muito sentido essa questão de impeachment”, disse

Segundo o presidente da estatal, Aldemir Bendine, os anos de 2015 e 2016 serão de ajustes e a companhia também pretende vender US$ 15,1 bilhões em ativos; "A Petrobras tem um projeto de cinco anos. Será uma nova empresa, mais enxuta, mais dinâmica, com perfil de rentabilidade muito maior", disse; em entrevista à “Bloomberg”, ele ressaltou que “as turbulências políticas afetam a economia em geral e também a Petrobras”; “Como cidadão, não como CEO, não faz muito sentido essa questão de impeachment”, disse
Segundo o presidente da estatal, Aldemir Bendine, os anos de 2015 e 2016 serão de ajustes e a companhia também pretende vender US$ 15,1 bilhões em ativos; "A Petrobras tem um projeto de cinco anos. Será uma nova empresa, mais enxuta, mais dinâmica, com perfil de rentabilidade muito maior", disse; em entrevista à “Bloomberg”, ele ressaltou que “as turbulências políticas afetam a economia em geral e também a Petrobras”; “Como cidadão, não como CEO, não faz muito sentido essa questão de impeachment”, disse (Foto: Roberta Namour)
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247 – A Petrobras pretende captar US$ 20 bilhões no próximo ano com a emissão de títulos, segundo o presidente da estatal, Aldemir Bendine. Ele também afirmou que os anos de 2015 e 2016 serão de ajustes e que a companhia pretende vender US$ 15,1 bilhões em ativos. No caso da BR Distribuidora, a meta é vender entre 25% e 35% da subsidiária dona da maior rede de postos de combustíveis do país. 

“A Petrobras tem um projeto de cinco anos. Será uma nova empresa, mais enxuta, mais dinâmica, com perfil de rentabilidade muito maior. Vamos trabalhar em 2016 o caixa de 2017, para trabalhar com muito menos pressão e mais folga”, disse. 

Em entrevista à “Bloomberg”, ele ressaltou que “as turbulências políticas afetam a economia em geral e também a Petrobras”:

“As turbulências políticas afetam economia em geral e também a Petrobras, já que nenhum investidor é atraído pelo ambiente de negócios volátil. Como cidadão, não como CEO, não faz muito sentido essa questão de impeachment. Espero que se resolva o mais rápido possível, para que a economia reaja, porque isso, sim, está afetando a companhia”, disse.

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