Bolsonaro diz que "excesso de recursos" provocou alta no preço do arroz

“Houve excesso de recursos no mercado, né, quase R$ 50 bilhões por mês. Muito papel na praça vem inflação... aumentou um pouco o consumo. Agora, não tem que ninguém se apavorar, querer fazer reserva de mantimentos em casa porque daí piora a situação", disse Jair Bolsonaro

Homem fazendo compra em supermercado e Jair Bolsonaro
Homem fazendo compra em supermercado e Jair Bolsonaro (Foto: ABr | REUTERS/Adriano Machado)
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Ricardo Brito, Reuters - O presidente Jair Bolsonaro afirmou na segunda-feira a apoiadores quem, em razão do “excesso” de recursos no mercado pelo pagamento de auxílio emergencial, houve aumento no preço de alguns produtos como o arroz, mas disse para ninguém se apavorar e que providências estão sendo tomadas para a volta à normalidade.

“O preço aumentou um pouco de alguns produtos. Houve excesso de recursos no mercado, né, quase 50 bilhões (de reais) por mês. Muito papel na praça vem inflação... aumentou um pouco o consumo. Agora, não tem que ninguém se apavorar, querer fazer reserva de mantimentos em casa porque daí piora a situação”, disse.

“Estamos tomando as providências necessárias para voltar à normalidade, abrimos importação de 400 mil toneladas de arroz dos Estados Unidos. A gente espera que a situação se normalize o mais rápido possível aí”, completou ele, no Palácio da Alvorada.

O presidente disse que não pode fazer “as coisas na canetada” após um apoiador ter dito que ficou feliz com a taxa zero do álcool --numa referência à decisão de estender por três meses a cota de importação do etanol-- e sugeriu que se passasse isso para gasolina e para o arroz.

“Eu não sou dono da minha caneta, não. Tem coisas que eu tenho que observar a legislação. O que não vai haver: não vai haver tabelamento de nada, não vai haver canetaço; com diminuição de tarifa na mão grande como foi feito no passado”, disse.

“A gente vai se acertar, o mercado vai se acertando. Obviamente que temos a preocupação de combater possíveis excessos. Ninguém vai tabelar nada e nem interferir no mercado. Isso já foi feito no passado e não deu certo”, destacou.

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