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Bolsonaro volta a atacar governadores e diz que ICMS terá que baixar

Governadores do Nordeste ingressaram com ação no STF para derrubar medida que limita ao máximo de 17% e 18% a alíquota do tributo cobrada sobre os combustíveis

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247 - Jair Bolsonaro voltou a atacar os governadores e em tom de ameaça disse que os estados serão obrigados por lei federal a baixar o ICMS dos combustíveis.

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A declaração foi por conta da ação apresentada por governadores do Nordeste no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a legislação que limita ao máximo de 17% e 18% a alíquota do tributo cobrada sobre os combustíveis.

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“Orientamos que vem luta ainda. Governadores do Nordeste que entraram na Justiça contra o reajuste dos combustíveis, mas pode ter certeza que o preço aqui vai baixar porque é lei federal e o governador tem que cumprir”, disse ele durante discurso após a motociata que realizou neste sábado (2), em Salvador. 

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Assim como fez na pandemia, Bolsonaro tenta culpar os governadores pela alta dos preços dos combustíveis, enquando mantém a política de preços da Petrobrás, que dolariza os preços dos combustíveis no Brasil.

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Em outro evento na Bahia, neste sábado, Bolsonaro assificou como inadmissível a ofensiva judicial dos governadores contra o teto do ICMS. Onze Estados e o Distrito Federal protocolaram no STF uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) com pedido de liminar contra a lei aprovada pelo Congresso que considera combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e transporte público bens essenciais, limitando a cobrança do tributo a um máximo entre 17% e 18%.

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Bolsoanro diz que se trata de uma luta do “bem contra o mal” nas eleições deste ano. “Nós sabemos contra quem e contra o que nós lutamos. O bem vencerá.”

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Bolsonaro grantiu ainda que os indicadores apontam para o potencial de recuperação da economia. “Estamos há três anos e meio no governo. Vocês sabem o que todos nós passamos recentemente, com essa pandemia que ceifou muitas vidas. Vocês sabem também que nós não paramos. Nós fizemos todo o possível para que a economia não parasse e o Brasil despontasse como país do futuro. Os números da economia vem mostrando qual é o nosso potencial”, declarou.

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