Brasil registrou crescimento de 2,3% em 2013

PIB totalizou R$ 4,84 trilhões no ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); em 2012, a economia brasileira havia crescido 1%; no quarto trimestre de 2013, o crescimento foi de 0,7% na comparação com o trimestre anterior e 1,9% na comparação com o mesmo período de 2012; desempenho foi melhor do que o previsto

PIB totalizou R$ 4,84 trilhões no ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); em 2012, a economia brasileira havia crescido 1%; no quarto trimestre de 2013, o crescimento foi de 0,7% na comparação com o trimestre anterior e 1,9% na comparação com o mesmo período de 2012; desempenho foi melhor do que o previsto
PIB totalizou R$ 4,84 trilhões no ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); em 2012, a economia brasileira havia crescido 1%; no quarto trimestre de 2013, o crescimento foi de 0,7% na comparação com o trimestre anterior e 1,9% na comparação com o mesmo período de 2012; desempenho foi melhor do que o previsto (Foto: Roberta Namour)
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Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou 2013 com um crescimento de 2,3 %. O PIB totalizou R$ 4,84 trilhões no ano, segundo dados divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, a economia brasileira havia crescido 1%.

No quarto trimestre de 2013, o PIB cresceu 0,7% na comparação com o trimestre anterior e 1,9% na comparação com o mesmo período de 2012.

Pelo lado da produção, os três setores da economia tiveram crescimento em 2013, com destaque para a agropecuária (7%). Os serviços cresceram 2% e a indústria, 1,3%. Pelo lado da demanda, a maior alta veio da formação bruta de capital fixo (investimentos), que cresceram 6,3%. Também tiveram crescimento o consumo das famílias (2,3%) e o consumo governamental (1,9%).

No setor externo, as importações cresceram mais (8,4%) do que as exportações, que tiveram alta de 2,5%.

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