Brasil terá ‘pibinho’ de 1,6% e não mais de 2,6%, diz BC

O Banco Central reduziu com força sua projeção de crescimento do PIB a 1,6% neste ano, sobre 2,6% antes, citando não apenas os efeitos da greve dos caminhoneiros mas também a queda da confiança de empresas e consumidores e a perda de fôlego da atividade econômica desde o início do ano

Frente de prédio do Banco Central em Brasília 16/05/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Frente de prédio do Banco Central em Brasília 16/05/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - O Banco Central reduziu com força sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil a 1,6 por cento neste ano, sobre 2,6 por cento antes, citando não apenas os efeitos da greve dos caminhoneiros mas também a queda da confiança de empresas e consumidores e a perda de fôlego da atividade vista desde o início do ano.

Além disso, por meio do seu Relatório Trimestral de Inflação publicado nesta quinta-feira, o BC deixou claro que vê a inflação perdendo força após junho, mês que ainda sofrerá o impacto da alta dos preços ocasionada pela greve dos caminhoneiros de maio, que causou forte desabastecimento no país todo.

Por Patrícia Duarte

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