Cade veta compra da rede de combustíveis Ale pela Ipiranga

Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vetou por unanimidade a compra da distribuidora de combustíveis Ale pela concorrente Ipiranga; em sessão realizada hoje (2), o tribunal do Cade avaliou que a operação afetaria mercados de distribuição regionais; relator do caso, conselheiro João Paulo de Resende, destacou que a distribuidora regional é a que tem mais capacidade de concorrer com as que operam em nível nacional: Ipiranga, Petrobras e Raizen


Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vetou por unanimidade a compra da distribuidora de combustíveis Ale pela concorrente Ipiranga; em sessão realizada hoje (2), o tribunal do Cade avaliou que a operação afetaria mercados de distribuição regionais; relator do caso, conselheiro João Paulo de Resende, destacou que a distribuidora regional é a que tem mais capacidade de concorrer com as que operam em nível nacional: Ipiranga, Petrobras e Raizen
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vetou por unanimidade a compra da distribuidora de combustíveis Ale pela concorrente Ipiranga; em sessão realizada hoje (2), o tribunal do Cade avaliou que a operação afetaria mercados de distribuição regionais; relator do caso, conselheiro João Paulo de Resende, destacou que a distribuidora regional é a que tem mais capacidade de concorrer com as que operam em nível nacional: Ipiranga, Petrobras e Raizen (Foto: Aquiles Lins)
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Agência Brasil - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vetou por unanimidade a compra da distribuidora de combustíveis Ale pela concorrente Ipiranga. Em sessão realizada hoje (2), o tribunal do Cade avaliou que a operação afetaria mercados de distribuição regionais.

O relator do caso, conselheiro João Paulo de Resende, destacou que a distribuidora regional é a que tem mais capacidade de concorrer com as que operam em nível nacional: Ipiranga, Petrobras e Raizen. Para o Cade, a compra da Ale pela Ipiranga prejudicaria a venda de combustíveis aos postos de bandeira branca (aqueles que não exibem de forma ostensiva a marca do combustível).

"A operação elimina, em grande parte dos mercados analisados, a principal distribuidora capaz de abastecer postos interessados em permanecer como bandeira branca ou em ter uma alternativa negocial de embandeiramento às três grandes distribuidoras de nível nacional", afirmou o relator.

Para sanar os problemas apontados, o relator chegou propor a venda dos ativos da Ale em 12 estados onde, na avaliação dele, o ingresso da Ipiranga poderia causar prejuízos à livre concorrência. A solução, no entanto, foi rejeitada pelas empresas.

As empresas também apresentaram propostas para sanar os problemas, que, por sua vez, foram rejeitadas pela maioria do tribunal por não solucionarem suficientemente as preocupações identificadas.

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