Catástrofe de Temer foi ainda pior e a atividade recuou 4,55% em 2016

A economia brasileira foi destruída pelo golpe parlamentar de 2016; de acordo com dados do Banco Central, divulgados nesta quinta-feira, 16, a retração econômica produzida por Michel Temer e Henrique Meirelles foi ainda mais aguda, com queda de 4,55%; desastre do ano passado se soma ao de 2015, quando PMDB e PSDB se aliaram para promover a política do "quanto pior, melhor" para derrubar Dilma Rousseff; nesses dois anos em que o Brasil foi governado pelo golpismo, a economia encolheu 10% e demitiu 5 milhões de trabalhadores

A economia brasileira foi destruída pelo golpe parlamentar de 2016; de acordo com dados do Banco Central, divulgados nesta quinta-feira, 16, a retração econômica produzida por Michel Temer e Henrique Meirelles foi ainda mais aguda, com queda de 4,55%; desastre do ano passado se soma ao de 2015, quando PMDB e PSDB se aliaram para promover a política do "quanto pior, melhor" para derrubar Dilma Rousseff; nesses dois anos em que o Brasil foi governado pelo golpismo, a economia encolheu 10% e demitiu 5 milhões de trabalhadores
A economia brasileira foi destruída pelo golpe parlamentar de 2016; de acordo com dados do Banco Central, divulgados nesta quinta-feira, 16, a retração econômica produzida por Michel Temer e Henrique Meirelles foi ainda mais aguda, com queda de 4,55%; desastre do ano passado se soma ao de 2015, quando PMDB e PSDB se aliaram para promover a política do "quanto pior, melhor" para derrubar Dilma Rousseff; nesses dois anos em que o Brasil foi governado pelo golpismo, a economia encolheu 10% e demitiu 5 milhões de trabalhadores (Foto: Aquiles Lins)

BRASÍLIA (Reuters) - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 4,55 por cento em 2016, divulgou o BC nesta quinta-feira, marcando o segundo ano consecutivo de aguda recessão na economia.

Em dezembro, o índice caiu 0,26 por cento ante novembro, desempenho pior que a contração de 0,20 por cento estimada em pesquisa da Reuters.

Com isso, o IBC-Br encerrou o quarto trimestre do ano com queda de 0,36 por cento sobre o terceiro trimestre, sempre em dados dessazonalizados.

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