Chefe do BNDES diz que não há batom na cueca na relação do banco com a JBS

Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, assegurou que não existe "batom na cueca", em referência a supostas irregularidades nas transações da instituição com o grupo JBS; "Qual não foi a nossa surpresa de saber, ainda preliminarmente, que não existe batom na cueca. Ou seja, salvo pequenas falhas burocráticas, que em qualquer ação humana são plausíveis de acontecer, não existe semelhante coisa como um protegido chegar aqui e pegar um cheque, sem passar por um extenso processo de avaliação", afirmou

Paulo Rabello 
Paulo Rabello  (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, assegurou que não existe "batom na cueca", em referência a supostas irregularidades nas transações da instituição com o grupo JBS. "Qual não foi a nossa surpresa de saber, ainda preliminarmente, que não existe batom na cueca. Ou seja, salvo pequenas falhas burocráticas, que em qualquer ação humana são plausíveis de acontecer, não existe semelhante coisa como um protegido chegar aqui e pegar um cheque, sem passar por um extenso processo de avaliação", disse Rabello ao jornalista Roberto D'Ávila, em entrevista veiculada pela GloboNews.

Segundo o presidente do BNDES, as comissões de apuração interna (CAIs) já apontaram que não existem irregularidades envolvendo funcionários da instituição. Rabello disse, ainda, que as CAIs "serão concluídas nos próximos dias".

O executivo também disse que o País não pode esperar "até 2023" para ter superávit primário fiscal, e deveria implantar um ajuste fiscal severo o quanto antes. O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, já havia adiantado que a equipe econômica trabalha com a possibilidade do Brasil voltar a registrar superávits somente a partir de 2021.

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