CNC prevê queda de 6% no faturamento do varejo

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o varejo brasileiro deve apresentar em 2016 um dos piores resultados históricos; após a queda de 1,0% nas vendas do comércio em setembro, a entidade revisou a projeção para o faturamento anual do comércio de -5,4% para -6,0% no varejo restrito; segmento de móveis e eletrodomésticos teve queda de 2,1% em setembro, segundo o IBGE

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o varejo brasileiro deve apresentar em 2016 um dos piores resultados históricos; após a queda de 1,0% nas vendas do comércio em setembro, a entidade revisou a projeção para o faturamento anual do comércio de -5,4% para -6,0% no varejo restrito; segmento de móveis e eletrodomésticos teve queda de 2,1% em setembro, segundo o IBGE
De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o varejo brasileiro deve apresentar em 2016 um dos piores resultados históricos; após a queda de 1,0% nas vendas do comércio em setembro, a entidade revisou a projeção para o faturamento anual do comércio de -5,4% para -6,0% no varejo restrito; segmento de móveis e eletrodomésticos teve queda de 2,1% em setembro, segundo o IBGE (Foto: Gisele Federicce)

CNC - O varejo brasileiro deve apresentar em 2016 um dos piores resultados históricos. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou a projeção para o faturamento anual do comércio de -5,4% para -6,0% no varejo restrito.

A revisão da projeção foi feita após a queda de 1,0% nas vendas do comércio em setembro, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE. Segundo a pesquisa, os destaques foram as quedas nos setores de móveis e eletrodomésticos (-2,1%), super e hipermercados (-1,5%) e tecidos, vestuários e calçados (-0,7%).

"A manutenção do cenário desfavorável para o mercado de trabalho, com aumento do desemprego e queda da renda, além da manutenção de um nível mais elevado do custo do crédito, proveniente da elevação da taxa real de juros, ainda vem impactando negativamente o volume de vendas do varejo", afirmou o economista da CNC Bruno Fernandes.

Para o varejo ampliado, que inclui os setores de materiais de construção e automóveis, a previsão para 2016 é de queda de -9,0% no faturamento.

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