Com Bolsonaro, comércio exterior cresce com os EUA e despenca com demais países

Com a economia sob o comanod da dupla Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, as exportações brasileiras para os EUA cresceram 9,5% em agosto deste ano, na comparação com o mesmo período de 2018. Em contrapartida, as exportações para os maiores parceitos comerciais do país despencaram sigficativamente: Argentina (-38,9%), China (-17,1%) e União Europeia (-7%)

Jair Bolsonaro e Donald Trump
Jair Bolsonaro e Donald Trump (Foto: Alan Santos / PR)

Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil  - As exportações brasileiras para os Estados Unidos cresceram 9,5% em agosto deste ano, na comparação com o mesmo período de 2018. Já as importações de produtos daquele país aumentaram 27,9%. Ao mesmo tempo, o comércio com os outros parceiros importantes (China, Argentina e União Europeia) teve queda. 

Os dados foram divulgados hoje (16), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e mostram que as exportações brasileiras para a Argentina recuaram 38,9% no mês. As vendas para a China caíram 17,1%, enquanto o volume exportado para a União Europeia recuou 7%. 

Considerando-se todos os países, a corrente de comércio do país, ou seja, a soma das exportações e importações, caiu 15% entre agosto de 2018 e agosto de 2019. Os valores exportados pelo Brasil, considerando o volume de exportação mais o preço cobrado por esses produtos e serviços, recuaram 13%. O valor dos importados caiu 17%. 

Segundo nota da pela FGV, isso pode ser explicado pela “desaceleração no comércio mundial e o baixo nível da atividade brasileira”. 

Em termos de volume, as exportações e importações tiveram a mesma queda (-13%), mas os preços dos bens importados recuaram mais do que os preços dos exportados. Em agosto, todos os setores tiveram queda no volume exportado, com destaque para a indústria de transformação.

Conheça a TV 247

Mais de Economia

Ao vivo na TV 247 Youtube 247