Com Temer, investimentos em portos públicos são os menores em 14 anos

Sob a batuta do governo Michel Temer os investimentos feitos pela Companhia Docas, responsável pela administração dos portos públicos, alcançaram o menor patamar dos últimos 14 anos; investimentos nos portos públicos em reformas, dragagem e ampliações, por exemplo, foram de R$ 174,5 milhões ao longo de todo o ano passado; valor corresponde a apenas 26,4% do previsto no orçamento

Sob a batuta do governo Michel Temer os investimentos feitos pela Companhia Docas, responsável pela administração dos portos públicos, alcançaram o menor patamar dos últimos 14 anos; investimentos nos portos públicos em reformas, dragagem e ampliações, por exemplo, foram de R$ 174,5 milhões ao longo de todo o ano passado; valor corresponde a apenas 26,4% do previsto no orçamento
Sob a batuta do governo Michel Temer os investimentos feitos pela Companhia Docas, responsável pela administração dos portos públicos, alcançaram o menor patamar dos últimos 14 anos; investimentos nos portos públicos em reformas, dragagem e ampliações, por exemplo, foram de R$ 174,5 milhões ao longo de todo o ano passado; valor corresponde a apenas 26,4% do previsto no orçamento (Foto: Paulo Emílio)

247 - Sob a batuta do governo Michel Temer os investimentos feitos pela Companhia Docas, responsável pela administração dos portos públicos, alcançaram o menor patamar dos últimos 14 anos. Os investimentos nos portos públicos em reformas, dragagem e ampliações, por exemplo, foram de R$ 174,5 milhões ao longo de todo o ano passado. O valor corresponde a apenas 26,4% do previsto no orçamento.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a última vez que os investimentos foram inferiores ao do exercício anterior foi em 2008, quando os valores aplicados somaram 17,5% do previsto pelo orçamento.

Sob a batuta do governo Michel Temer os investimentos feitos pela Companhia Docas, responsável pela administração dos portos públicos, alcançaram o menor patamar dos últimos 14 anos. Os investimentos nos portos públicos em reformas, dragagem e ampliações, por exemplo, foi de R$ 174,5 milhões ao longo de todo o ano passado. O valor corresponde a apenas 26,4% do previsto no orçamento.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a última vez que os investimentos foram inferiores ao do exercício anterior foi em 2008, quando os valores aplicados somaram 17,5% do previsto pelo orçamento.

 

 

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