Como ave de mau agouro, tucano aposta na piora da crise

Economista e sócio da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, que foi secretário de Políticas Econômicas durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB),disse que a situação econômica do Brasil ainda "vai ficar pior e mais profunda do que se imaginava"; Até a eleição municipal do ano que vem, a situação vai ser muito difícil. A partir de 2017, haverá uma substancial melhora e uma consolidação da economia nesta transição", avaliou, segundo a consultoria do economista ligado ao partido tucano, país deverá ter crescimento negativo de -2,5% ao longo deste ano, além de encolher 1,4% em 2016

Economista e sócio da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, que foi secretário de Políticas Econômicas durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB),disse que a situação econômica do Brasil ainda "vai ficar pior e mais profunda do que se imaginava"; Até a eleição municipal do ano que vem, a situação vai ser muito difícil. A partir de 2017, haverá uma substancial melhora e uma consolidação da economia nesta transição", avaliou, segundo a consultoria do economista ligado ao partido tucano, país deverá ter crescimento negativo de -2,5% ao longo deste ano, além de encolher 1,4% em 2016
Economista e sócio da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, que foi secretário de Políticas Econômicas durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB),disse que a situação econômica do Brasil ainda "vai ficar pior e mais profunda do que se imaginava"; Até a eleição municipal do ano que vem, a situação vai ser muito difícil. A partir de 2017, haverá uma substancial melhora e uma consolidação da economia nesta transição", avaliou, segundo a consultoria do economista ligado ao partido tucano, país deverá ter crescimento negativo de -2,5% ao longo deste ano, além de encolher 1,4% em 2016 (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O economista e sócio da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, que foi secretário de Políticas Econômicas durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), disse que a situação econômica do Brasil ainda "vai ficar pior e mais profunda do que se imaginava".

Segundo a consultoria do economista ligado ao partido tucano, país deverá ter crescimento negativo de -2,5% ao longo deste ano, além de encolher 1,4% em 2016. "Até a eleição municipal do ano que vem, a situação vai ser muito difícil. A partir de 2017, haverá uma substancial melhora e uma consolidação da economia nesta transição", disse.

Mendonça de Barros disse, também, que a MB estima que a taxa de desemprego deverá chegar a 10% até o final deste exercício, o que também repercutirá no consumo das famílias brasileiras.

"A retomada vai ser devagar, mas não significa que não voltaremos a crescer", avaliou. As projeções do economista quanto a inflação são ainda mais pessimistas. A projeção é que ela chegue a 10% em 2015 e caia para 5,6 % em 2016.

Diante das perspectivas nada otimistas, ele ressalta que as empresas brasileiras terão que fazer profundas mudanças de gestão para sobrevirem à crise econômica. "Os negócios não poderão mais se basear em favores fiscais e crédito subsidiado, em todas as esferas de governo", avaliou.

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