Confiança do consumidor recua em julho, puxada por quem tem renda menor

O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,4 ponto em julho, para 88,1 pontos mantendo-se em nível baixo em termos históricos; as famílias com menor poder aquisitivo (até R$ 4.800) são as com menor nível de confiança e menos otimistas com o futuro

(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

247 - O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,4 ponto em julho, para 88,1 pontos mantendo-se em nível baixo em termos históricos. As famílias com menor poder aquisitivo (até R$ 4.800) são as com menor nível de confiança e menos otimistas com o futuro.

"Após subir no mês anterior, a confiança do consumidor ficou relativamente estável em julho. Houve muita heterogeneidade nas respostas: entre consumidores de maior poder aquisitivo o otimismo aumentou; entre os demais, as expectativas continuaram sendo revisadas para baixo", afirma Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das Sondagens. Seu relato foi publicado no G1.

"Aparentemente, para o consumidor de baixa renda, a preocupação com o mercado de trabalho e com a situação financeira familiar é ainda o fator de maior peso a determinar os movimentos da confiança neste ano", acrescenta. 

A queda da confiança em julho ocorreu em todas as classes de renda, menos para os consumidores com renda familiar mensal superior a R$ 9.600. A confiança dos consumidores de maior poder aquisitivo subiu 4,0 pontos atingindo 93,0 pontos. 

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