Consumo das famílias perde fôlego e caem as projeções para 2018

Desemprego, caos de Pedro Parente e incerteza eleitoral reduziram a intenção dos consumidores de ir às compras e obter financiamentos; o Banco Central já reduziu de 3% para 2,1% a previsão para o crescimento do consumo neste ano; fôlego do consumidor se dissipa em meio a um país sem rumo, sem soberania e sem democracia

Consumo das famílias perde fôlego e caem as projeções para 2018
Consumo das famílias perde fôlego e caem as projeções para 2018 (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

247 - Desemprego, caos de Pedro Parente e incerteza eleitoral reduziram a intenção dos consumidores de ir às compras e obter financiamentos; o Banco Central já reduziu de 3% para 2,1% a previsão para o crescimento do consumo neste ano. Fôlego do consumidor se dissipa em meio a um país sem rumo, sem soberania e sem democracia.

"O consumo, que surpreendeu no ano passado ao puxar o crescimento do País e era considerado o motor da retomada em 2018, perdeu fôlego. O desemprego, ainda elevado, já vinha segurando os gastos das famílias, mas a greve dos caminhoneiros piorou o cenário, minando a confiança de empresários e consumidores. Eles reduziram a intenção de ir às compras e de fazer financiamentos. Nas lojas, o número de mercadorias encalhadas aumentou. 

Nas últimas semanas, economistas cortaram suas projeções para o crescimento do consumo em 2018. No relatório de junho, o Banco Central reduziu de 3% para 2,1% a projeção de alta para os gastos das famílias no ano. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) também reviu a previsão: de 3,4% para 2,3%. A consultoria MB Associados reduziu de 3,5% para 2,6% a expectativa de crescimento do consumo. A mesma redução foi feita pela GO Associados." 

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