Copom mantém Selic em 14,25% ao ano em decisão unânime

Em uma decisão sem surpresas, o Comitê de Política Monetária decidiu nesta quarta (27) manter a taxa básica de juros, Selic, em 14,25% ao ano pela sexta reunião seguida; a grande novidade, como esperavam alguns economistas, foi a votação unânime; nas últimas reuniões, o diretor de Liquidez, Sidnei Corrêa Marques, e o diretor de Assuntos Internacionais, Tony Volpon, votaram por um aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, divergindo dos seis demais colegas

Em uma decisão sem surpresas, o Comitê de Política Monetária decidiu nesta quarta (27) manter a taxa básica de juros, Selic, em 14,25% ao ano pela sexta reunião seguida; a grande novidade, como esperavam alguns economistas, foi a votação unânime; nas últimas reuniões, o diretor de Liquidez, Sidnei Corrêa Marques, e o diretor de Assuntos Internacionais, Tony Volpon, votaram por um aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, divergindo dos seis demais colegas
Em uma decisão sem surpresas, o Comitê de Política Monetária decidiu nesta quarta (27) manter a taxa básica de juros, Selic, em 14,25% ao ano pela sexta reunião seguida; a grande novidade, como esperavam alguns economistas, foi a votação unânime; nas últimas reuniões, o diretor de Liquidez, Sidnei Corrêa Marques, e o diretor de Assuntos Internacionais, Tony Volpon, votaram por um aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, divergindo dos seis demais colegas (Foto: Valter Lima)
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Infomoney - Em uma decisão sem surpresas, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu nesta quarta-feira (27) manter a taxa básica de juros, Selic, em 14,25% ao ano pela sexta reunião seguida.

A grande novidade, como esperavam alguns economistas, foi a votação unânime. Nas últimas reuniões, o diretor de Liquidez, Sidnei Corrêa Marques, e o diretor de Assuntos Internacionais, Tony Volpon, votaram por um aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, divergindo dos seis demais colegas.

A desaceleração da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e a apreciação do câmbio desde março mostram uma melhora no cenário inflacionário, ao passo que a persistente comunicação do Banco Central em dizer que o momento não comporta um corte de juros sustentaram as projeções de que a Selic não seria alterada hoje. Contudo, a criação de consenso é vista como uma indicação de que o BC está perto de começar um ciclo de redução nos juros brasileiros

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