Cotado para a Fazenda, Meirelles diz que Temer faz diagnóstico correto

Ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles negou ter sido convidado pelo vice-presidente Michel Temer para ser o ministro da Fazenda em um eventual governo do PMDB; Meirelles, que neste sábado participou de uma reunião com temer em Brasília para discutir a política econômica de um possível governo Temer disse que o peemedebista está de posse de um "diagnóstico correto da economia" e que priorizaria a condução de uma reforma tributária e o combate à inflação, caso assumisse o comando da economia

Ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles negou ter sido convidado pelo vice-presidente Michel Temer para ser o ministro da Fazenda em um eventual governo do PMDB; Meirelles, que neste sábado participou de uma reunião com temer em Brasília para discutir a política econômica de um possível governo Temer disse que o peemedebista está de posse de um "diagnóstico correto da economia" e que priorizaria a condução de uma reforma tributária e o combate à inflação, caso assumisse o comando da economia
Ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles negou ter sido convidado pelo vice-presidente Michel Temer para ser o ministro da Fazenda em um eventual governo do PMDB; Meirelles, que neste sábado participou de uma reunião com temer em Brasília para discutir a política econômica de um possível governo Temer disse que o peemedebista está de posse de um "diagnóstico correto da economia" e que priorizaria a condução de uma reforma tributária e o combate à inflação, caso assumisse o comando da economia (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles negou ter recebido algum convite do vice-presidente Michel Temer para ser o ministro da Fazenda em um eventual governo do PMDB. Meirelles, que neste sábado participou de uma reunião com Temer em Brasília para discutir a política econômica de um possível governo temer disse que o peemedebista está de posse de um "diagnóstico correto da economia".

Meirelles disse, caso viesse a assumir o comando da economia, priorizaria o combate à inflação utilizando medidas semelhantes às adotadas por ele e que funcionaram bem quando estava à frente do Banco Central. Ele também criticou a alta carga tributária do Brasil.

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